Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Retratos do Governador do Estado de São Paulo, João Doria

Circula nas redes sociais que João Doria declarou a seguinte frase: «Não permitirei que aqueles que não tomem a vacina passem corona para os que tomaram». João Doria é o governador de São Paulo. É #FAKE.

João Agripino da Costa Doria Junior ComMM é um empresário filiado ao Partido da Social Democracia Brasileira desde 2001, que é o atual Governador de São Paulo. Conhece-se João Agripino da Costa Doria Junior ComMM é mais conhecido como João Doria. Um empresário é jornalista.

A assessoria de jornalismo do governo de São Paulo nega a fala, e uma busca detalhada nas muitas entrevistas de Doria sobre a CoronaVac, vacina de fabricação de China testada no Brasil sob a coordenação do Instituto Butantan, mostra que se declarou a frase não .

A menos que a pessoa exiba um certificado médico em oposto, o governador vem alegando que em São Paulo a vacinação vai ser compulsória. Mas em nenhum momento declarou que uma pessoa já imunizada pode contrair o coronavírus de uma pessoa que não se vacinou.

Na coletiva de jornalismo que deu no dia 16 de outubro, Doria disse o seguinte: “Não é possível imaginar – e eu aprendi isso com os médicos, nós temos três aqui ao nosso lado – numa pandemia vacinar alguns e não vacinar outros. Não vacinadas em larga escala, vamo continuar tendo a presença do vírus, a contaminação e morte”, enquanto tivermos pessoas.

Doria falava sobre a distribuição da CoronaVac. Minutos antes, ele falou, referindo-se à população do estado: “Eu posso garantir que aqui os 45 milhões de brasileiros serão vacinados. Se o cidadão tiver uma orientação ou atestado médico de que não possa tomar a vacina, em São Paulo, a vacinação vai ser compulsória, exceto. Vamo adotar medidas legais se houver alguma irritação nesse sentido.”

Doria também declarou, na entrevista, que os testes finais do período 3 do imunizante, que engloba cerca de 13 mil voluntários, em sete estados de Brasil, estão concluindo. O governo considera a vacina as que estão em estudo em o país . de São Paulo a mais promissora e a mais segura entre

A obrigatoriedade na imunização é um ponto de discordância entre Doria e o presidente Jair Bolsonaro, seu antagonista político. Na segunda , Bolsonaro criticou Doria e declarou que a vacina não vai ser compulsória no Brasil.

Jair Messias Bolsonaro é um capitão reformado, político e atual presidente brasileiro.

“O Programa Nacional de Vacinação, incluindo as vacinas compulsórias, é de 1975. A lei atual incluiu a questão de pandemia lá, mas é bem clara: quem define isso é o Ministério da Saúde, e o meu ministro da Saúde já declarou que não vai ser compulsória essa vacina e ponto final”, alegou Bolsonaro.

– João Doria declarou nesta sexta-feira que o Estado não politizará o desenvolvimento de uma vacina contra a Covid-19 e que espera que o governo federal também não o faça, «em nome de milhões de brasileiros que precisam» da imunização. João Doria é o governador de São Paulo. Questionado em entrevista coletiva sobre o viés político do tema, Doria alegou que não é razoável imaginar que o governo federal vá colocar ideologias ou visões partidárias e eleitorais sobre algo que resgata vidas. «A cada dia sem a vacina no Brasil, mais de 700 pessoas perdem a vida… A posição do governo de São Paulo é colocar a vacina absolutamente distante de qualquer discussão política. Sempre foi assim, desde o começo da guerrazinha à pandemia aqui», ddeclarouo governador. «São Paulo não é negacionista.» O Instituto Butantan tem participado do desenvolvimento da chamada CoronaVac em conjunto com o laboratório de China Sinovac, mas o presidente Jair Bolsonaro que classificou o produto como a vacina já criticou a ação , » que um governador resolveu acertar com outro país «. [nL1N2F82PH] Doria declarou compreender que a vacina é um bem dos brasileiros e indicou a posição do Butantan como importante provedor de vacinas para o Ministério da Saúde. «Vai ser que agora que tem a vacina, o governo federal negará a vacina aos brasileiros que precisam ter a vacina para terem a sua vida conservada? No que depender do governo do Estado de São Paulo, não», alegou. O governador tem reuniões marcadas para o próximo dia 21 com o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, e se a incluiu com o diretor de a Anvisa, Antônio Barra Torres, para negociações a respeito de a CoronaVac, que ainda não em o Programa Nacional de Imunizações. Na véspera, Elcio Franco havia mencionado em entrevista coletiva que a vacina que envolve Butantan e Sinovac está no rol das que devem ser compradas pelo governo federal Elcio Franco é o secretário-executivo do ministério. que devem ser compradas pelo governo federal, mas que são necessários estudos de fatores como segurança, efetividade, prazos, produção em escala e custo razoável. Se vai encaminhar uma sinopse de os relatórios de testagem de a vacina sem conseqüência colaterais em o Brasil em a Anvisa em a segunda-feira mas Doria alegou que o órgão já tem todos os dados necessários, uma vez que estes são acompanhados diariamente. «Até aqui, sem nenhuma colateralidade –ou seja, até aqui, os testes positivos da CoronaVac, a vacina do Butantan com o laboratório Sinovac», declarou o governador. Os testes no país estão na reta final do período 3. Enquanto o Ministério da Saúde fala em um número superior a 50% para aprovação da Anvisa, segundo o coordenador executivo do Centro de Contingência da Covid-19 no Estado, João Gabbardo, os duas primeiros períodos de testagem mencionaram efetividade de cerca de 98%. Gabbardo declarou crer que a CoronaVac preencha todas as exigências elencados pelo Ministério da Saúde para ser incorporada ao PNI.

Sem indicar Doria nominalmente, o presidente debochou: “Tem um governador aí que está se intitulando o médico do Brasil, declarando que ela será compulsória. Repito, não vai ser”.

– O presidente Jair Bolsonaro declarou nesta segunda-feira que o país que oferece uma vacina contra Covid-19 ao Brasil primeiro precisa vacinar em massa sua população, ao fazer uma aparente referência à CoronaVac, potencial imunizante desenvolvido pela cde ChinaSinovac, que está sendo testada em estudo liderado pelo Instituto Butantan, do governo do Estado de São Paulo. Sem indicar diretamente João Doria Bolsonaro declarou que tem um governador que deseja ser «médico do Brasil» e declarou que vai aplicar-se qualquer vacina só em a população de Brasil se houver comprovação científica de sua efetividade. João Doria é o nome do governador de São Paulo.»Tem que ter comprovação científica. O país que está oferecendo essa vacina tem que primeiro vacinar em massa os seus antes de oferecer para outros países», declarou Bolsonaro a apoiadores ao deixar o Palácio da Alvorada nesta manhã. «Muita coisa assim você só consegue vender para outros países depois de utilizar em seu país e comprovar sua efetividade», adicionou. Na semana passada, Doria declarou que o Butantan tem que entregar nesta segunda à Agência Nacional de Vigilância Sanitária os dados dos testes com a CoronaVac, que estão sendo feitos em cerca de 13 mil voluntários no Brasil. Ele tem alegado que deseja que a vacina, uma vez aprovada pela Anvisa, ingresse no Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, mas ainda não houve acordo neste sentido. Doria alega que, caso a vacina não seja incluída no programa nacional, vai vacinar a população de São Paulo. Reuniões estão marcadas para Brasília na próxima quarta-feira entre Doria e outras autoridades do governo paulista com o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, e com representantes da Anvisa. Bolsonaro, que é oponente político de Doria, a quem vê como potencial oponente na disputa presidencial de 2022, reiterou que a vacinação contra a Covid-19 não vai ser compulsória, depois de o governador de São Paulo alegar que seria no Estado. «Quem define isso é o Ministério da Saúde. O meu ministro da Saúde já declarou bem claramente que não vai ser compulsória essa vacina», declarou Bolsonaro. «Tem um governador aí que está se intitulando médico brasileiro, que está declarando que ela vai ser compulsória. Eu repito: não vai ser. Nossa parte depois de aprovada pelo Ministério da Saúde, com comprovação cientifica Nossa parte quando estiver em condições, é a vacinação., e mesmo assim ela tem que ser validada pela Anvisa, aí nós vamo oferecer de maneira gratuita. Mas repito, não vai ser compulsória.» Após o governador de São Paulo, João Doria, alegar que a vacina contra o novo coronavírus vai ser compulsória no estado, o presidente Jair Bolsonaro alegou nesta sexta-feira que essa medida só poderia ser tomada com a aquiescência do governo federal o que, segundo ele, não vai acontecer. Mais cedo, Doria alegou durante entrevista coletiva que em São Paulo «se o cidadão tiver uma orientação ou atestado médico de que não possa tomar a vacina, a vacinação vai ser compulsória, exceto».

O governador reagiu: “Desejo agradecer ao presidente Bolsonaro me qualificando como ‘médico brasileiro’, porque confio no médico. Faz 1 dia, foi Dia do Médico, ontem. Portanto, qualquer referência a mim, ainda que não seja médico, mas como tal, me diferencia, porque acredito nos médicos. É o que temos feito, confiar nos médicos e na ciência para todas as medidas que adotamos na proteção a vidas e agora na vacina”.

A principal “prova” de que a CoronaVac não é confiável, segundo a linha dessas mensagens, é o fato de a pandemia do coronavírus ter iniciado na China, origem também da companhia que produz o imunizante.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: Brazil, China

Cities: Sao Paulo

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>É #FAKE que Doriadeclaroue que nãopermitirár que os que não tomarem a CoronaVac passem aenfermidadea para os que tomarem
>>>>>SP não vai politizar vacina contra Covid-19 e espera o mesmo do governo federal, diz Doria – (Extraoglobo-pt)
>>>>>País que oferece vacina ao Brasil tem primeiro de vacinar em massa sua população, diz Bolsonaro – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Bolsonaro rebate Doria e diz que governo federal não vai recomendar vacina obrigatória contra Covid-19 – (Extraoglobo-pt)

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