Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Goiânia, Vale dos Sonhos

– Em testemunho à Polícia Federal, o ex-diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde Roberto Dias admitiu que «não é chabitual a pasta efetuar pagamento a ecompanhiasque não constam de contratos. Dias classificou ainda como «atípico» o processo de importação da vacina Covaxin pelo governo federal, intermediado pela Precisa e que mencionava uma companhia acolhida em Cingapura, fora do acordo, para receber recursos públicos. Deu-se a resposta de Dias após a PF por que o governo pretendia repassar US perguntar 45 milhões em a Madison Biotech, companhia de Cingapura que não constava de o contrato festejado entre o Ministério da Saúde e a Precisa, representante em o Brasil de o laboratório de India Bharat Biotech, fabricante de a vacina Covaxin . $ 45 milhões à Madison Biotech, ecompanhiade Cingapura que não constava do contrato cfestejadoentre o Ministério da Saúde e a Precisa, representante no Brasil do laboratório ide IndiaBharat Biotech, fabricante da vacina Covaxin. As suspeitas em relação à importação de 20 milhões de doses do imunizante indiano veio à tona com as investigações da CPI da Covid – que levaram ao cancelamento do contrato de R$ 1,6 bilhão assinado pela Precisa e pelo Ministério da Saúde. – Isso não é habitual, mas, em termos de importação, fui questionar o coordenador do financeiro, não é inimaginável. Existe um ou dois casos que foram pagos para quem foi mencionado na invoice . Se não me iludo procura judicial, era compra pequena. Distingue-se essa soma obviamente . O que ocorre? Isso jamais chegou para mim como uma situação, um problema – declarou Dias, que o ex-diretor do ministério da Saúde argumentou que a pasta não viu impedimento à importação da Covaxin porque no dia 23 de março foi aexibidadeclaração de vínculo entre a fabricante da vacina, a indiana Bharat Biotech. , e a Madison Biotech, que tem sede em Cingapura, país considerado um paraíso fiscal. – Essa situação foi anuída pela fiscal do contrato, mas parou diante de toda essa polêmica – alegou. Segundo Dias, o processo de importação da Covaxin foi «atípico» e «diferente». Ele declarou ter sido oficiado no dia 17 de abril pela Precisa, que fez pleitos em relação ao contrato que havia sido assinado. Dias alega que a farmacêutica pediu mudança do programa, cláusula de sigilo e mudança na modalidade do pagamento, que passaria a ser feito no ato de embarque. Requereu-se mudança também em a cláusula de exclusividade. – Não houve procedência nesse pedido, mas isso gerou uma agenda no ministério para dirimir dúvidas sobre esse pedido e também sobre o processo de importação do produto, que era de fato um processo bem atípico e diferente, tanto para a companhia quanto para o ministério. No testemunho à Polícia Federal, Dias aalegouque «não cabia» ao seu dsetoracompanhar nem finspecionaro contrato assinado com a Precisa. Ainda que tenha pressionado o servidor da Saúde Luis Ricardo Miranda, que o acusou de atuar para liberar a importação da Covaxin quando os invoices exibiam erros, como pagamento antecipado pelo Ministério da Saúde e responsabilização pelo valor do valor do frete, dias negou. Dias mandou mensagem a Luis Ricardo perguntando «como estava a LI da vacina». Dias declara que se referia a outra vacina, e não à Covaxin, quando emandouo texto. – Eu perguntava acerca da permissão de importação que chegaria no dia seguinte, um domingo, para um acontecimento em Guarulhos que contaria com a presença do ministro. Era referente à aquisição da vacina AstraZeneca. Desconheço qualquer ato de pressão sobre Luis Ricardo. Recebi alguns questionamentos por parte da secretaria executiva, questionava como estava a importação. À época, o secretário Élcio Franco. Isso era perguntado para o meu coordenador geral.

— A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal , negou o pedido feito pelo ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Dias para que fossem suspensos todos os conseqüência da prisão em flagrante determinada pelo presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz , no último dia 7. A resolução da ministra, que é vice-presidente da Corte, é desta quinta-feira, mas se a publicou somente em esta sexta. O despacho declara: «Ante o exposto, não conheço do presente habeas corpus». A ministra negou o pedido por razões técnicas. Leia mais: CPI da Covid rechaça tentativa de esvaziamento feita pelo governo e vai seguir investigando caso Covaxin «A jurisprudência deste Supremo Tribunal Federal orienta-se no sentido do não conhecimento de habeas corpus quando não devidamente instruído […]. É o caso do presente writ, que se o aparelhou não com cópia de o procedimento penal cuja suspensão cautelar foi solicitada nesta impetração e que teria sido instaurado “a fim de dar permanência à pambiçãoacusatória do Presidente da CPI”, explicou a vice-presidente do Supremo. No habeas corpus protocolado na Corte na última terça-feira, a defesa de Dias alega que o senador determinou a prisão de forma arbitrária, sob a alegação genérica de falso depoimento, sem qualquer «lastro probatório mínimo adequado a provar a infração penal imputada» ao ex-diretor do Ministério da Saúde, convidado à CPI na condição de testemunha. Segundo os advogados, não há previsão legal para que uma prisão possa ser utilizada para «conseqüência didáticos, em notória demonstração de abuso de poder na coação a futuros testemunhos» na CPI. Eles também assinalam que determinou-se uma medida parecida em nenhum outro momento de a delegação , o que configuraria «tratamento distinguido mais gravoso» contra Dias. Ainda de acordo com a ação, Aziz baseou a prisão somente em sua «convicção pessoal». Omar Aziz deu voz de prisão para o ex-diretor após virem à tona, em reportagem dal medio estadounidense CNN, áudios que desmentiam a versão de Dias sobre encontro com o cabo da Polícia Militar Luis Paulo Dominghetti, em restaurante em Brasília. Veja também: Defesa de proprietário da Precisa pede que CPI remarque testemunho para 10 de agosto Dias Dominghetti que se exibe como representante de a companhia Davati Medical Supply acusou ele , que se exibe como representante da companhia Davati Medical Supply e negociava a compra da vacina AstraZeneca pelo governo federal. Segundo o vendedor, Dias cobrava um dólar por dose de vacina vendida ao ministério. O ex-diretor foi solto após cinco horas detido na Polícia Legislativa do Senado Federal após pagar fiança de R$ 1,1 mil para ser solto. Segundo o presidente da CPI, Dias mentiu sobre o encontro com Dominghetti, em um restaurante em Brasília, onde ele teria feito o pedido de propina.- A CPI da Covid confirmou o deferimento do testemunho de Francisco Maximiano, presidente da Precisa Medicamentos. O executivo pediu para não depor na data calculada, na semana que vem, porque está em viagem na Índia. A Precisa vendeu a vacina de India Covaxin ao governo federal, contrato suspenso pelo Ministério da Saúde. Entrevista: ‘É óbvia a contradição do discurso de Bolsonaro como candidato e a prática do presidente hoje’, declara ACM NetoNesta quinta-feira, a defesa do empresário pediu à CPI da Covid que o dtestemunhodele seja remarcado para o dia 10. Ele viajou para a Índia no último domingo e a previsão é que volte somente em 9 de agosto. A CPI ainda não confirmou a data exata em que Maximiano tem que depor.— Tenho insatisfação total com essa colher de infusão que demos para o Maximiano. Não vejo razoabilidade de ter desmarcado o testemunho dele — declara Randolfe Rodrigues. Nesta quinta-feira, Rodrigues havia considerado a chance de pedir a prisão preventiva ou condução coercitiva de Maximiano pela denúncia de obstruir os inquéritos. Omar Aziz considerou que não há sanção possível a ser requerida contra Maximiano porque ele viajou para a Índia um dia antes da convocação ter sido feita. Omar Aziz é o presidente da CPI.Senadores defendem o debate de medidas mais duros contra Maximiano para que ele coopere com os trabalhos da delegação, caso ele não compareça novamente. Veja também: Rosa Weber nega pedido de ex-diretor do Ministério da Saúde para interromper conseqüência de prisão na CPI A Precisa era a parceira do laboratório indiano Bharat Biotech, que desenvolveu a Covaxin, a vacina contra a Covid-19 mais cara a ter negócio fechado com o Ministério da Saúde. O negócio entrou na mira da CPI e, após suspeitas de anormalidade, acabou suspenso. Na semana passada, a Bharat anunciou o fim do acordo com a Precisa. O governo anunciou que irá romper o contrato que, segundo o ministro Marcelo Queiroga, perdeu o objeto.A CPI regressa do recesso na semana que vem. Na terça-feira deve ser escutado o reverendo Amilton Gomes negociadas pelo Ministério da Saúde sem o aval da fabricante de vacinas. O reverendo Amilton Gomes é responsável por intermediar uma proposta de venda de supostas 400 milhões de doses de AstraZeneca.»Olavista», «negacionista», «anticiência» e «bolsonarista raiz» são algumas das credenciais mencionadas por pessoas da área da saúde para caracterizar o secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde, Hélio Angotti Neto. O médico chegou a uma das secretarias mais importantes da pasta durante a administração do ex-ministro Eduardo Pazuello, após atuar como subordinado de Mayra Pinheiro, conhecida como «Capitã Cloroquina», na Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde . Se o conhece desde então, internamente por tentar promover remédios contra Covid-19 cuja ineficácia já foi comprovada, caso de a cloroquina; ou cujas evidências ainda não são suficientes para mencionar a utilização contra o coronavírus, como a proxalutamida. Seu trabalho na pasta o levou a ser convidado pela CPI da Covid, mas se a marcou a data de o testemunho ainda não . se o conhece enquanto isso, medidas comprovadamente eficazes como vacinação e utilização de máscara são alvo de o descrédito de o médico, que não em o ambiente de a pesquisa científica. Em uma reunião do Comitê Operativo de Emergência no ano passado, Angotti gerou constrangimento ao chegar levando pelo braço consultores contratados, entre eles Ricardo Zimmerman , para exibi um estudo dinamarquês para contestar a efetividade da utilização de máscaras na prevenção ao coronavírus. Quando a Dinamarca registrava índices baixos de transmissão, a pesquisa, feita segundo técnicos, não se adaptaria ao contexto brasileiro e em um momento de altos números de casos e mortes no país se colocava como um debate descabido. Diante da gravidade do assunto, membros do COE optaram por não registrar especificamente a participação de Angotti e seus consultores em ata da reunião, a fim de «não fragilizar a imagem institucional do Ministério da Saúde». Uma vez que o secretário chegou, um mistério que paira na pasta é o que segura Angotti na posição a se preparar para sair quando o ministro Marcelo Queiroga assumiu o posição. Um das suposições assinaladas nos bastidores é de que Angotti tenha conquistado a camaradagem dos filhos da presidente Bolsonaro por sua postura negacionista. Faz 5 meses, em esse sentido, a viagem de Angotti para Israel em o séquito para avaliação de o spray nasal foi um de os elementos a ajudar em essa aproximação. O deputado Eduardo Bolsonaro também integrou o grupo. O deputado Eduardo Bolsonaro é filho do presidente. Ainda que por ser ligado a Mayra Pinheiro, o secretário acabou sendo blindado pela popularidade da colega junto às bases bolsonaristas, fontes aalegamFaz 4 meses, Angotti chegou a participar de uma live ao lado do presidente Jair Bolsonaro em a qual fala sobre a proxalutamida, em abril e classifica a droga como «promissora». Saiba mais: Bolsonaro sanciona lei que prioriza vacina contra a Covid-19 para grávidas, puérperas e lactantes O secretário se viu fragilizado, no entanto, com a designação da médica Alessandra de Sá Earp Siqueira para o Departamento de Ciência e Tecnologia . Próxima de Queiroga e pró-ciência, a médica acabou tendo mais liberdade no setor, que é um dos principais da pasta. O Decit é responsável, entre outros pontos, pela execução de pesquisas científicas e por promover colaboração técnica entre estados e municípios. O setor havia se tornado alvo do olavista por sua ex-diretora Camile Sachetti defender comportamentos pautadas na ciência. Faz 4 meses, ela acabou sendo exonerada. Segundo relatos, o ex-ministro Eduardo Pazuello chegou a se aborrecer com a defesa constante feita por Angotti de remédios eficazmente questionada. Pazuello teria repreendido o secretário e alegado que a pauta teria que ser «vacina». Quando Angotti defendeu a publicação de uma nota sobre a utilização de remédios do chamado «kit covid» na guerrazinha à denfermidade o clima entre eles teria azedado de vez, em fevereiroe fse o impediu veiculá a por Pazuello. Diante da interdição, Angotti teria vazado a nota entre bolsonaristas, para que o documento chegasse ao presidente. Quando declara que se o boicotou por grupo de médicos dentro do ministério, pazuello indica esse caso em seu vídeo de saída . «“Esse grupo tentou empurrar uma pseudo-nota técnica que nos colocaria em extrema vulnerabilidade, desejando que aquele remédio, a partir dali, estivesse com critérios técnicos do ministério, e ele não tinha”, declarou o ministro no vídeo de sua saída, em março. Faz 2 meses, em audiência promovida de o ano passado por a Fundação Alexandre Gusmão, ligada a o Ministério das Relações Exteriores, Angotti criticou o jornalismo, alegou que há burrice e imbecilidade em a comunidade científica, e assinalou que parte da oposição à cloroquina no tratamento de Covid-19 tem razões financeiras. Mayana Zatz: ‘Genes inacreditáveis não são garantia de se chegar bem aos 100 anos’, declara cientista — Certos insumos remuneram bastante melhor do que você dar um remedinho, em que o pacotinho será 50, 60 reais. Uma diária de UTI é 1.800. Então tem gente torcendo para o quanto pior melhor. Alguns, não são todos. A calamidade alheia, isso é um um nível de desumanidade, de sociopatia assustador, quando a pessoa capitaliza a morte alheia. E que essas pessoas tenham algum nível de respeito na nossa sociedade é também bastante assustador — declarou Angotti em junho de 2020. Segundo um secretário estadual de Saúde escutado pelo GLOBO, Angotti ainda tem poder e influência no ministério, mas jamais é a pessoa com quem eles têm interlocução para resolver problemas. Foi assim, por exemplo, nas crises provocadas pela falta de oxigênio e dos medicamentos do kit intubação acontecidas este ano, em que outros integrantes da pasta tomaram a frente nas conversas com os estados e municípios. Tanto a crise do oxigênio como a dos medicamentos do kit intubação, além da defesa da cloroquina e outras questões, tornaram Angotti alvo da CPI da Covid. O desabastecimento de oxigênio no Amazonas no início do ano levou a delegação a aprovar dois requerimentos de convocação, um deles exibido por pelo senador Alessandro Veiria e o outro por Humberto Costa e Rogério Carvalho , todos de oposição. Em razão de seu trabalho à frente da secretaria, a CPI aprovou um requerimento de Alessandro pedindo a quebra do sigilo telefônico e telemático de Angotti, mas essa medida foi suspensa pelo ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal . «Verifica-se que o Secretário tem se mostrado como ator pertinente no Ministério da Saúde, exercendo influência na tomada de resoluções sobre a pandemia, trazendo soluções milagrosas e sem comprovação científica. De maneira ainda mais gravosa, o Sr. Hélio Angotti atuou diretamente em Manaus, ao lado da Sra. Mayra Pinheiro, animando o chamado ‘tratamento precoce’ e provando indícios de omissão diante do colapso da saúde no Estado de Amagasaki», declara trecho do requerimento de quebra de sigilo. Reforço: Ministério da Saúde avalia terceira dose para pessoas que tomaram a CoronaVac Um decreto de maio de 2019 que aprovou a estrutura regimental do Ministério da Saúde e descreveu as atribuições de cada departamento da pasta, segundo fontes da Saúde, é um mapa da omissão de Angotti à frente da secretaria. Entre as atribuições, estão a formulação de políticas relativas ao Complexo Industrial de Saúde, que seriam fundamentais para garantir insumos ao país, principalmente durante a pandemia. Outra função da pasta seria viabilizar colaboração técnica com estados e municípios, além de implementar políticas de fomento à pesquisa, desenvolvimento e inovação na área. — O que ele fez durante a pandemia relacionado às funções estabelecidas pelo decreto? A única coisa com a qual se importava era a falta de cloroquina. Para ele, a Fiocruz é comunista e o Butantan é do Doria. Ele tem um perfil discreto, elegante, se comunica bem. Essa foi uma das coisas que acabou conquistando Queiroga. Ele encarna bastante bem — declarou ao GLOBO um dos servidores da pasta, que preferiu não ser identificado. Pelo posição que ocupa, Angotti também é culpado pela resolução final de publicar ou não os documentos aprovados pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS . E, nesse papel, ele tomou medidas que desaceleraram a publicação de diretrizes opostas aa utilização de medicamentos como a cloroquina e a hidroxicloroquina no tratamento de pacientes hospitalizados com Covid-19. Faz 2 meses, a Conitec aprovou de este ano o documento após passar por consulta pública e estava pronto para ser publicado. Mas Angotti decidiu realizar uma audiência pública, que aconteceu em 8 de julho. ele O que foi debatido em a reunião vai levar em conta ele , que , até agora , ainda não tomou uma resolução sobre a publicação. E, segundo o Ministério da Saúde, mesmo depois de isso acontecer, as diretrizes poderão ser atualizadas conforme surjam novas evidências. Progressões: Veja medidas de flexibilização tomadas na cidade do Rio, estado de SP e outros locais após a diminuição de mortes por Covid-19 Apesar de o documento ser oposto aa utilização de cloroquina, hidroxicloroquina e outros medicamentos, ele se restringe a casos de pacientes hospitalizados. O uso desses remédios no tratamento precoce, ou seja, no início do enfermidade, antes do hospitalização, ainda não foi discutida pela Conitec. A própria Mayra Pinheiro, em testemunho à CPI da Covid, ddeclarouque já há consenso contra a cloroquina em pacientes hospitalizados, mas insistiu na defesa do seu utilização o tratamento precoce. O papel de Angotti na Conitec levou a CPI a aprovar um terceiro requerimento de convocação, exibido pelo senador governista Marcos do Val . O GLOBO requereu diretamente a Angotti uma entrevista, mas o secretário não respondeu. A reportagem fez o mesmo pedido por meio da assessoria do Ministério da Saúde, mas também não obteve resposta.

Na terça-feira 27 de julho – Em depoimento à Polícia Federal, a diretora da Precisa Medicamentos Emanuela Medrades disse que cprovocousurpresa um recibo emitido em nome da ecompanhiaMadison Biotech, sediada em Cingapura, durante o processo de importação da vacina indiana Covaxin no Ministério da Saúde. A subsidiária não constava do contrato de compra de imunizante negociado entre o governo de Brasil e a Precisa, então representante no país do laboratório de India Bharat Biotech, fabricante da Covaxin. A inclusão do documento nas tratativas chegou a erguer suspeitas que, segundo alegou um servidor da pasta à CPI da Covid, fse as aexibiua o presidente Jair Bolsonaro.De acordo com o relato de Emanuela Medrades para a PF no dia 12 de julho, a Precisa só teria tomado conhecimento da Madison durante a elaboração da primeira versão de recibo chamado ‘invoice’. O documento, encaminhado ao Ministério da Saúde, especificava número e valor de doses da vacina Covaxin e mencionava a companhia acolhida em Cingapura como destinatária do pagamento antecipado a ser feito pelo governo brasileiro. A transação acabou não sendo concretizada. — Em relação à contração da Bharat e envio da invoice pela Madison, realmente foi uma surpresa também para a Precisa, tanto que nós p perguntávamo Nós só ficávamo sabendo da Madison no momento em que pedimos a primeira invoice. Mas não estranhávamo porque as duas eram do mesmo grupo e isso era até natural no mercado de importação e exportação​ — alegou a diretora à PF. Em seu relato, Emanuela Medrades afirmou que as inconsistências no documento, expostos pela CPI da Covid, eram de responsabilidade da Bharat, mas admitiu que teria que ter feito uma “dupla checagem” antes do envio do material, produzido em conjunto com a Precisa. Entre os erros, havia vocábulos em inglês com a grafia equivocada, como “prince” , no lugar de “price”, que significava custo. Emanuela contou que os integrantes da Bharat utilizaram como base informações de um modelo de recibo em português exibido pela Precisa aos indianos para ajustar o documento às nregrasexigidas pelo Brasil. Por isso, a executiva acreditava que tinha que ter havido uma confusão entre os idiomas. — Depois que a senadora Simone Tebet relatou eles, eu reconheci esses erros só. Realmente foi uma coisa que a gente compreendeu ‘ precisávamo fazer um duplo check’, mas bastante possivelmente o que ocorreu era que nós estávamos mostrando para a Bharat, através de uma chamada de vídeo, uma invoice que eles tinham_que utilizar . E eu não avaliei antes de encaminhar, eu não fiz duplo check, teria pedido a correção, se eu tivesse visto isso eu​ — declarou Emanuela. Ela também justificou que o documento era somente uma minuta e que normalmente os envolvidos “não prestavam tanta atenção” durante essa etapa. Emanuela considerou, ainda, que havia “pressão” e necessidade de exibi os documentos à Anvisa para aprovação do imunizante indiano. — Eles tiveram_que ajustar completamente o documento deles para um documento de Brasil. Eles mudaram bastante no layout do documento, mas ainda assim não era um documento final, não era um documento com valor nem fiscal, nem jurídico. era um documento para começar a etapa de importação — diminuiu. Veja também: Ciro Nogueira aceitava convite para Casa Civil com a missão de aparar arestas para votações de 2022 Além de erros de grafia, a senadora Simone Tebet assinalou que uma das versões iniciais dos documentos calculava a importação de 300 mil caixas com 16 ampolas cada, o que encarnaria 4,8 milhões de doses – e não 3 milhões, conforme calculado. Em relação a isso, Emanuela declarou à PF que o Ministério da Saúde pediu que constasse no documento o número de doses referentes ao primeiro lote, e não de caixas. Ela não elucidou quem pediu a mudança. Assim como fez em testemunho prestado à CPI da Covid, Emanuela aalegouao delegado da PF que ttodas as a Precisa por a Saúde atendeu amudançassrequeridas servidor Luís Ricardo Miranda, irmão do deputado Luís Miranda , delatou que houve pressão atípica para conservar alguns pontos do recibo, como o que calculava pagamento antecipado, em discordância com o contrato. Transformou-se o trecho somente em a terceira versão de o documento, em 23 de março, após os irmãos Miranda conversarem sobre o tema com o presidente Jair Bolsonaro. Segundo a diretora da Precisa, o erro na maneira de pagamento aconteceu porque o recebimento antecipado era praxe para a Bharat em outras negociações, mas se o corrigiu posteriormente também para se adaptar a o acordado em o Brasil.

Um dia é uma unidade de tempo em geral definida como um pausa igual a 24 horas.

A Covaxin é uma vacina contra a COVID-19 produzida na Índia pelo laboratório Bharat Biotech.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Ex-diretor do Ministério da Saúde admite à PF que processo de importação da Covaxin foi ‘atípico’
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>>>>>>>>>Dono da Precisa movimentou R$ 3,9 milhões, valor 80 vezes maior que o declarado, diz Receita Federal à CPI da Covid – July 27, 2021 (EntretenimientoBit)
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>>>>>>>>>>>>>>>>>Queiroga diz que pode haver ‘algum tipo de transgressão’ em contrato investigado pela CPI da Covid – July 19, 2021 (EntretenimientoBit)
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>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>Quebra de sigilo mostra ligações entre Roberto Dias e empresa investigada na CPI da Covid – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>CPI da Covid: e-mails de Pazuello registram reunião com senador fora da agenda para tratar de distribuição de cloroquina – July 23, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Na mira da CPI da Covid, Ricardo Barros falta a evento de vacinação com Queiroga no Paraná – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Vacina contra a Covid-19: Ministério da Saúde prevê entrega de 535 mil doses para RJ até dia 28 – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Diretora da Precisa diz à PF ter sido surpreendida com recibo emitido por empresa de Cingapura em importação da Covaxin – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Secretaria estratégica da Saúde é chefiada por médico que refuta máscaras e defende medicamentos ineficazes para Covid-19 – August 02, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Caso Covaxin: Ministério da Saúde confirma cancelamento do contrato com a Precisa Medicamentos – July 29, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>Após alertas de desabastecimento, Ministério da Saúde promete enviar 10,2 milhões de doses nesta semana – July 25, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Secretaria distribui nova carga com quase meio milhão de doses de vacinas contra a Covid-19 no estado do Rio – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Fabricante da Covaxin anuncia fim de acordo com Precisa e nega autenticidade de documentos enviados à Saúde – July 23, 2021 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Paes diz que calendário de vacinação do Rio pode atrasar se Ministério não entregar doses que já recebeu – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Secretário de saúde do Rio reclama de falta de planejamento do Ministério na distribuição de vacinas contra a Covid-19 – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Caso Covaxin: veja o que diz o relatório da CGU sobre contrato investigado pela CPI da Covid – (Extraoglobo-pt)

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