Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Cuiaba Arena

Faz 18 dias, de o dia 5 de fevereiro, a cuiabense Angélica Oliveira, que correu a a ajudinha de a filha, foi acordada em a suíte que ocupava em o quarto andar de o Olinda Rio Hotel, em Copacabana, com a notícia de que sua filha havia caído de um apartamento em o terceiro andar, em a madrugada. Naquela noite, a fisioterapeuta Talyssa Taques, de 27 anos, que trabalha na linha de frente da guerrazinha à Covid-19 em dois hclínicasem Mato Grosso, resolveu aproveitar o primeiro fim de semana de descanso que tinha após quase um ano de trabalho intenso para encontrar uma amiga de pofício que também estava na cidade. Depois que os outros familiares da jovem já haviam, as duas regressaram para o hotel de Uber se recolhido. Por volta das 4h30m, a fisioterapeuta se ergueu para ir ao toalete, andou até a janela do apartamento e, durante um episódio de sonambulismo, escorregou e caiu.

A agonia de Angélica permeia o contito de uma mãe desesperada.

— Fiquei em choque. Tremi minha perna na hora. A sorte é que eu estava com meu marido no momento do acidente, ele me deu suporte — conta a corretora de imóveis.

Segundo Angélica, depois de cair, Talyssa chegou a ficar desacordada por um tempo. Viu que não conseguia se mover, quando despertou e berrou por ajudinha. Se encontrou segurança de o hotel em frente a o porão de o edifício por um . Em seguida, foi ajudada e levada para a UTI da clínica particular Albert Sabin, onde está internada há 18 dias.

Se diagnosticou Talyssa com uma fratura de achatamento vertebral, com compressão de a medula. Na semana passada, ela passou por uma cirurgia de toracotomia , em que foi realizada uma artrodese anterior e posterior. A operação foi um êxito, e a paciente passa bem. Talyssa não pode falar com o jornalismo, embora esteja consciente e acordada, pois permitem-se equipamentos eletrônicos como celulares equipamentos eletrônicos, como celulares, não em a UTI. Além disso, só a mãe dela, que a acompanhou todo dia ao longo das quase três semanas de tratamento, pode entrar na unidade.

Apesar disso, com a assistência da família, Talyssa conseguiu transmitir um recado pelas redes sociais. «Hoje sinto na pele o que é ser paciente e ter paciência de que tudo tem seu tempo. Faz 7 dias, do que jamais compreendo valorizo cada vez mais postou a fisioterapeuta em a terça-feira, dia 16, em o Instagram, hoje mais a meu ofício e.

Cerca de uma semana após a queda, Talyssa indicou uma música religiosa na rede social, num trecho que declara: “Eu desejo ser curado e auxiliar curar também / Eu desejo ser melhor do que eu jamais fui / Fazer o que eu posso pra me auxiliar Ser justo e paciente como era Jesus”. Em seguida, ela explicou a menção: «Jamais uma música fez tanto sentido em minha vida em um momento tão delicado, com os olhos repleto de lágrimas e esperança sei que amanhã iniciará uma nova etapa da minha vida».

Na clínica, Talyssa também descobriu de um neurologista que sua queda tinha sido provocada por um episódio de sonambulismo. A fisioterapeuta não tinha crises como esta desde a infância, conta Angélica. O distúrbio voltou devido à privação de sono, econseqüênciadas longas jornadas de trabalho que a fisioterapeuta enfrenta noashclínicasonde trabalha, o pronto-socorro de Cuiabá e o Hospital São Mateus.

Cuiabá é um município de Brasil, capital do estado de Mato Grosso, Região Centro-Oeste do país.

— Ela dá plantão de 12 por 24 horas em uma clínica e, no outro, dá plantão noturno. Ela não declarava estar ansiosa ou nervosa, mas reclamava bastante da fadiga. Os últimos episódios ocorreram na infância. Depois de adolescente, ela não teve mais sonambulismo — conta a mãe.

Pelas redes sociais, Talyssa também pediu assistência para voltar a sua cidade natal, Cuiabá. Sua família não tem recursos para arcar com os honorários do Albert Sabin, que já ultrapassam a marca dos R$ 20 mil. O pacto de saúde da fisioterapeuta não cobre os procedimentos feitos em outro estado. Os médicos da clínica particular requereram a transferência da paciente à cooperativa, que deu 30 dias para a resposta.

«Pessoal eu e minha família instituímo uma vakinha online para que possamos arrecadar um valor p remoção uti aérea ou até mesmo arcar com as despesas durante a internação. Assim como, os honorários dos médicos durante a cirurgia «, alega a caracterização da campanha.

— Minha filha é uma pessoa bastante dedicada, focada, trabalha demais e merece bastante. Faz 11 meses, ela não parava. Para mim está sendo bastante difícil, correria para lá e para cá. Desejamo bastante voltar para Cuiabá. Com a família toda reunida em casa, ela terá o apoio de que precisa — declara Angélica.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: Brazil, Colombia

Cities: Cuiaba, Olinda, Copacabana

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>’Fiquei em choque, tremi minha perna na hora’, declarou mãe sobre queda de filha sonâmbula do 3º andar de hotel
>>>>>’Sinto na pele o que é ser paciente’, diz fisioterapeuta que caiu do 3º andar de hotel – February 23, 2021 (Extraoglobo-pt)

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