Por: SentiLecto

O caminhoneiro bolsonarista Marcos Antonio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão, alegou nas redes sociais que o presidente Jair Bolsonaro colocou «sua popularidade abaixo da administração para que o Brasil tenha equilíbrio». Foragido da Justiça, Marcos Antônio está no México e declara espera deputados da bancada bolsonarista entrar com um pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal para deixar o país.

— Durante o seu primeiro discurso nos atos de 7 de setembro, Jair Bolsonaro se autointitulou «porta-voz do povo de Brasil» e alegou que uma ou duas pessoas devem «entrar nos eixos», caso oposto seriam «ignoradas da vida pública». A declaração do presidente acontece em meio à sua queda na popularidade, com alta da inflação, crise energética e com o país assolado pela pandemia da Covid-19 com mais de 580 mil bde Brasilmortos. — Nosso país não pode continuar refém de uma ou duas pessoas, não interessa onde elas estejam. Essas uma ou duas pessoas ou entram nos eixos ou serão simplesmente ignoradas da vida pública. Continuarei jogando dentro das quatro linhas. Mas a partir de agora não admito que outras pessoas, uma ou duas, joguem fora das quatro linhas. A norma do jogo é uma só, respeito à nossa Constituição — completou Bolsonaro, investigado . Ele não mencionou nomes, mas na semana passada declarou que os acontecimentos desta terça poderiam servir para «enquadrar» dois ministros do Supremo Tribunal Federal . Em outras ocasiões, ele já agrediu publicamente os ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso, que também é presidente do Tribunal Superior Eleitoral . Bolsonaro discursou no Palácio Alvorada por volta das 8h e declarou que os atos de hoje, coordenados por seus apoiadores, não são de nenhum político. — Hoje é o dia do pvoo brasileiro que vai nos dar um norte. Vai nos declarar para onde o Brasil tem que ir. Eu somente hoje desejo ser o porta-voz de vocês. E declarar que o que falarmos a partir de agora estou falando em nome de vocês povo brasileiro.A cerimônia aconteceu no Palácio da Alvorada e não contou com a presença de nenhum outro chefe de poder, como acontece tradicionalmente. Centenas de apoiadores de Bolsonaro acompanharam o ato e vão seguir em sugerido por Brasília e outras capitais do Brasil.O ex-assessor seria o culpado em pegar o salários dos demais funcionários de Flávio durante seu mandato na Assembleia Legislativa do Rio . Faz 10 meses, de o ano passado, O GLOBO mostrou que Luiza Souza alegou a o MP-RJ que era obrigada a devolver mais de %90 do que recebia, em novembro. Ela exibiu extratos bancários para comprovar que, entre 2011 e 2017, repassou R$ 160 mil para Queiroz.

Na sábado 28 de agosto — O presidente Jair Bolsonaro alegou que «não queria nem provocava rompimento», mas declarou que «tudo tem um limite». A declaração foi feita logo após Bolsonaro criticar medidas tomadas pelo Supremo Tribunal Federal e pelo Tribunal Superior Eleitoral . — temos um presidente que não queria nem provocava rompimento. Mas tudo tem um limite na nossa vida. Não podíamo continuar convivendo com isso — declarou o presidente, durante culto evangélico em Goiânia. Logo antes, Bolsonaro havia reclamado de «medidas arbitrárias», tomadas por «uma pessoa ou duas». Nas últimas semanas, o presidente tem criticado os ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso, ambos do STF. — Num momento também que o Brasil cruzava, onde uma pessoa ou duas tentavam perverter a ordem pública, com medidas arbitrárias, com medidas revanchistas, extrapolando aquilo que seria seu direito, passando por cima até mesmo do seu compromisso de zelar pela Constituição brasileira. Nós não podíamo admitir isso. O presidente ainda criticou a resolução do TSE de desmonetizar páginas que divulgavam informações falsas sobre o sistema eleitoral. Bolsonaro também declarou que tem «três opções» para o seu futuro: ser preso, ser morto ou ter o «triunfo». De acordo com ele, «não existia» a possibilidade de ser preso: — Eu tenho três opções para o meu futuro. Estar preso, ser morto ou o triunfo. podiam ter certeza, a primeira opção, preso, não existia. Nenhum homem aqui na Terra vai me amedrontar.

Jair Messias Bolsonaro é um capitão reformado, político e atual presidente brasileiro.

— Muitos achavam que tínhamos perdido, que o presidente tinha nos abandonado. O presidente colocou sua popularidade abaixo da administração para que o Brasil tenha equilíbrio. Nesse movimento alcançamos o respeito do mundo e o respeito de muita gente na política que, a partir de agora, tomará cuidado com suas ações. Estou aguardando a deliberação do meu habeas corpus, que tão bondosamente foi feito por deputados da bancada bolsonarista.

— Estou aguardando, ontem a deputada Carla Zambelli juntamente com o presidente da República fizeram pedido de habeas corpus sobre a minha situação e na terça-feira exibirão um novo habeas corpus pedindo o fim das investigações aos quais estou sendo investigado — declara.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEUTRAL

Countries: Mexico, Brazil

Cities: Mexico

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Foragido, Zé Trovão declara que Bolsonaro ‘colocou popularidade abaixo da administração’ ao negociar fim da paralisação dos caminhoneiros
>>>>>Sob pressão, Bolsonaro diz que ‘uma ou duas pessoas’ precisam entrar ‘nos eixos’ – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Ex-piloto de F1 e apoiador de Bolsonaro dirige Rolls Royce do presidente – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Denunciado no caso das rachadinhas, Queiroz vai a ato a favor de Bolsonaro – (Extraoglobo-pt)

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