Por: SentiLecto

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O interesse na hidroxicloroquina como medida preventiva e no tratamento de pacientes com coronavírus está em alta.

«Como muita gente faz,, se eu tivesse tomado hidroxicloroquina como preventivo estaria trabalhando e até, obviamente, poderia estar infectando gente. Essa foi a minha preocupação ao buscar exame na segunda-feira, para evitar contágio de terceiros», disse.

Na quarta-feira 17 de junho a Organização Mundial da Saúde decidiu interromper, pela segunda vez, os estudos que avaliavam o potencial da droga hidroxicloroquina como tratamento para pacientes com coronavírus.

Ao anunciar que contraiu o vírus, o presidente Jair Bolsonaro alegou que tomou um derivado da droga, a cloroquina, junto com o antibiótico azitromicina para lutar a infecção.

Então Bolsonaro declarou: «Temos as Forças Armadas ao lado do povo, pela lei, pela ordem, pela democracia, pela liberdade». «Peço a Deus que não tenhamos problemas nesta semana. Porque chegamos no limite, não tem mais conversa.» Se viu o vídeo 8,7 milhões de vezes.Autoridades de saúde dos Estados Unidos têm dito um otimismo cuidadoso sobre uma eventual produção de uma vacina eficaz até o fim de 2020 ou começo de 2021.

Já Donald Trump, que não testou positivo para o vírus declarou ter feita utilização do mediDonald Trump, que não testou positivo para o vírus declarou ter feita utilização do remédio como medida preventiva. Donald Trump, que não testou positivo para o vírus é o presidente dos Estados Unidos. Donald Trump, que não testou positivo para o vírus é o presidente dos Estados Unidos.

Mas, um estudo subsequente em larga escala mostrou que ela não é eficaz como tratamento, apesar de alguns estudos iniciais ampliarem as esperanças sobre a droga para a covid-19, a enfermidade provocada pelo novo coronavírus.

Por outro lado, estudiosos realçam que ainda não é possível atestar que qualquer medicação é eficaz contra a enfermidade porque não houve tempo competente para os testes necessários, que precisam ser feitos em laboratório e em humanos.

A Organização Mundial da Saúde suspendeu seus testes, afirmando que o remédio não diminui as taxas de mortalidade em pacientes com o vírus.

A hidroxicloroquina tem sido utilizada há muito tempo para tratar a malária, bem como outras enfermidades, como lúpus e artrite.

Se a utiliza para diminuir febre e inflamação, e havia esperança de que também poderia inibir o vírus que provoca a covid-19.

Enquanto outros mencionaram, alguns estudos iniciais mostraram que a cloroquina pode diminuir a duração dos sintomas provados por pacientes com coronavírus que ela não teve nenhum conseqüência positivo.

Um dos maiores estudos do mundo em andamento — o Recovery, realizado pela Universidade de Oxford, no Reino Unido — envolveu 11 mil pacientes com coronavírus em clínicas do país e incluiu testar a efetividade da hidroxicloroquina contra a enfermidade, além de outros tratamentos em potencial.

A finalização foi que «não há conseqüência benéfico da hidroxicloroquina em pacientes hospitalizados com covid-19» e o remédio acabou retirado da experiência.

Existem mais de 200 outros estudos atualmente em andamento em todo o mundo.

A promoção da droga por figuras políticas importantes, como Trump, fez com que a hidroxicloroquina e sua derivada, a cloroquina, se tornassem objeto de extensa especulação online sobre seus possíveis vantagens e conseqüência nocivos.

Isso gerou uma alta procura por esses remédios e sua carência mundial.

Sua utilização também dividiu a comunidade científica.

Experimentos em todo o mundo foram temporariamente descontinuados quando um estudo publicado na revista científica The Lancet afirmou que a droga aumentava fatalidades e problemas cardíacos em alguns pacientes.

Os resultados levaram a Organização Mundial da Saúde e outras entidades a suspender os testes por razões de segurança.

Quando se constatou que ele exibia sérias deficiências, no entanto, a Lancet posteriormente retirou o estudo do ar.

Como resultado, a OMS recomeçou seus experiências.

Outros estudos analisaram a utilização dos remédios como uma medida de prevenção contra a covid-19.

A Unidade de Pesquisa em Medicina Tropical da Universidade de Oxford está governando ensaios clínicos em massa. São 40 mil trabalhadores da linha de frente na Europa, África, Ásia e América do Sul, que receberam cloroquina, hidroxicloroquina ou placebo.

«A maioria dos experts consente que há uma possibilidade bastante maior de vantagem na prevenção do que no tratamento», declarou O professor Nick White, que lidera o estudo,.

Esse estudo acabou provisoriamente suspenso após a divulgação dos descobrimentos da pesquisa publicada na Lancet. Agora, pode retomar.

Ainda não houve resultados deste ou de outros estudos randomizados em andamento sobre os remédios como tratamento preventivo.

Vários países autorizaram a utilização hospitalara de hidroxicloroquina ou seu utilização em estudos clínicos sob a supervisão de profissionais de saúde.

Faz 4 meses, o Food and Drug Administration concedeu autorização » emergencial » para a utilização de esses remédios em o tratamento de a covid-19 em número restringido de casos hospitalizados, em março. Drug Administration é a agência sanitária dos EUA.

Porém, o órgão emitiu um alerta sobre o risco das drogas provocarem sérios problemas nos batimentos cardíacos de pacientes com coronavírus. Também proibiu a utilização deles fora de um ambiente hospitalar ou de um ensaio clínico.

E, finalmente em junho, o FDA retirou a droga de sua lista de remédios para o tratamento da covid-19, afirmando que os ensaios clínicos não mostraram vantagem.

Também houve relatos de envenenamento por pessoas tomando cloroquina sem supervisão médica.

A OMS respondeu aconselhando as pessoas a não se automedicarem e «advertiu contra médicos e associações médicas que recomendam ou gerenciar esses tratamentos não comprovados».

A França havia autorizado as clínicas a prescrever os remédios para pacientes com covid-19, mas depois que o órgão de regulação de saúde do país advertiu sobre possíveis conseqüência colaterais, mais tarde reverteu a resolução.

Houve vários estudos pequenos na China e na França que afirmaram que a hidroxicloroquina e a cloroquina poderiam beneficiar pacientes com coronavírus.

Mas quando o presidente Trump indicou a droga pela primeira vez em uma entrevista a jornalistas no fim de março, foi que ela atraiu atenções ao redor do mundo.

E, em abril, ele declarou: «O que você tem a perder? Tome».

Após as declarações do presidente de America, houve uma ampliação acentuada nas prescrições para hidroxicloroquina e cloroquina nos EUA.

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Fonte: BBCBrasil-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: United Kingdom, United States, China, Brazil

Cities: Oxford, Franca

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>O que se sabe até agora sobre cloroquina, droga defendida por Bolsonaro
>>>>>O que a ciência diz sobre a eficácia de tratamentos citados por Bolsonaro ao revelar que está com covid-19 – (BBCBrasil-pt)
>>>>>Facebook decide manter vídeo em que Bolsonaro toma cloroquina 3 meses após apagar post por ‘desinformação’ – (BBCBrasil-pt)
>>>>>Vacina contra o coronavírus: órgão regulador dos EUA põe em dúvida previsão de Trump – July 06, 2020 (BBCBrasil-pt)

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