Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Fabiano Contarato discursando no Plenário do Senado Federal do Brasil, em maio de 2019

— A Polícia Federal indiciou o homem responsável por publicação que agride o senador Fabiano Contarato e seu filho. Faz 8 dias, Giovani Loureiro divulgou em o Facebook a postagem. A publicação trazia uma fotografia do senador com o filho na praia de Vila Velha e chamava Contarato de “infeliz” e “sem desonra”, além de afirmar que o parlamentar estava com o filho para fazer “marketing”. Se concluiu o inquérito segundo nota de a PF mandada a o senador, já e Loureiro foi indiciado por crime de insulto qualificado por ter funções, além do crime sido cometida contra funcionário público, em razão de suas ter em a internet . sido cometido ou divulgado na internet. Divulgou-se a publicação foi amplamente divulgada em as redes sociais e levou o senador a prestar testemunho em a PF e registrar boletim de ocorrência.Contarato afirmou que foi vítima de crime de Animosidade e discriminação. Instaurou-se a investigação em a Superintendência da Polícia Federal em o Espírito Santo. Trecho do termo de declaração do senador. declara: «O conteúdo da postagem recebida pelo declarante provocou-lhe extrema indignação, mal-estar familiar, caracterizando, no mínimo, crime de Animosidade e discriminação contra a pessoa deste Senador da República e de seu filho Gabriel». Na última quinta-feira, Giovani Loureiro alegou se arrepender “profundamente” de ter feito a publicação. «Eu me arrependo profundamente de ter feito isso. Realmente me arrependo, eu não sabia que ia ter uma repercussão tão grande assim. Aquela postagem foi sobre ele, única e exclusivamente como político, não tem nada a ver com a pessoa dele. Não tinha nada a ver com a criança, nada de cunho homofóbico, mas recebeu uma proporção tão enorme que até ameaça estou recebendo. Inclusive, na praia, eu não fui até ele justamente em respeito ao filho dele», comentou Giovani ao jornal A Gazeta. Em nota repassada à assessoria do senador, a PF explicou que “ddiante da confissão e arrependimento expresso de o investigado em relação a sua postagem , dispensou a evidência digital a busca e a oitiva de testemunhas , restando a o delegado a análise de aosccomportamentosccriminososppercebidosem a referida em a postagem. A polícia também relatou que se indiciou o investigado por os crimes de insulto, crime contra funcionário público em razão de suas funções e por crime cometido ou divulgado em quaisquer modalidades das redes sociais da rede global de computadores.

A Polícia Federal pediu autorização ao Supremo Tribunal Federal para abrir uma investigação para apurar o envolvimento de parlamentares em desvios de orçamentos através das emendas de relator, no chamado «verba secreta». Encaminhou-se o pedido em a ministra Rosa Weber.lém deste novo pedido feito pela PF, já existem dois outras investigações correndo no STF envolvendo a verba secreta. Os dois estão com o ministro Ricardo Lewandowski.

Na sexta-feira 12 de novembro – O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal , negou um pedido da Procuradoria-Geral da República para arquivar um inquérito aberto contra o senador Fernando Bezerra Coelho , líder do governo do presidente Jair Bolsonaro no Senado. Ele era suspeito de receber propina de empreiteiras. Barroso realçou que o caso não guardava relação com o exercício do mandato e, por isso, não há foro privilegiado, devendo ser encaminhado à Justiça Federal de Pernambuco. Caberá à unidade local do Ministério Público Federal pedir ou não o arquivamento. » verificava que os crimes assinalados pela Polícia Federal teriam sido, em tese, praticados entre 2012 e 2014. Fernando Bezerra de Souza Coelho ocupou a posição de Ministro da Integração Nacional entre janeiro de 2011 e outubro de 2013 e, então, Faz 6 anos, se o empossou em a atual posição de Senador. Como se nota, os supostos crimes cometidos não tinham relação com a posição atual de Senador, de maneira que o declínio de proficiência era medida que se impunha. Inexistindo o foro privilegiado, não há atribuição do Procurador-Geral da República para pedir o arquivamento nem proficiência deste relator para apreciar a questão», decidiu Barroso. Fernando Bezerra foi ministro da Integração Nacional durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff entre 2011 e 2013. Uma vez que uma parte do inquérito referente a pessoas sem posições públicas já tinha, barroso determinou que o caso continue na 4ª Vara Federal do Recife sido encaminhada para lá. Na mesma resolução, Barroso determinou que a parte do inquérito que diz respeito ao filho dele, o deputado Fernando Coelho Filho , seja encaminhada à Justiça Eleitoral de Pernambuco. Rroso. E stificou B: «No presente caso, a Polícia Federal alegava que os afirmados empréstimos feitos pelos colaboradores às campanhas eleitorais do investigado em 2012 e 2014 não t teriamsido dditosà Justiça Eleitoral»,.Faz 5 meses, a PF deduziu que o líder de o governo em o Senado recebeu propina de R $ 10 milhões de empreiteiras quando foi ministro de a Integração Nacional, m junho e pediu o indiciamento do parlamentar pelava suposta prática dos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e falsidade ideológica eleitoral. Ao mandar o relatório final ao STF, a PF ainda requereu o bloqueio de bens no valor total de R$ 20 milhões na conta do senador. À época, a defesa do parlamentar negou as denúncias de anormalidades e alegou que a inquérito é uma «tentativa de criminalização da política». Se o indiciou por isso também, o relatório da PF também alegava que o filho do senador também foi beneficiário das propinas e se tornou alvo do pedido de bloqueio de bens. O filho do senador é o deputado federal Fernando Bezerra Coelho Filho. A investigação foi aberto com base na delação premiada dos empresários João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho, Eduardo Freire Bezerra Leite e Arthur Roberto Lapa Rosal. Barroso realçou que o relatório da Polícia Federal deduziu que há indícios de que pai e filho teriam recebido benefícios indevidos e dito informações falsas na prestação de contas das campanhas de 2012 e 2014. Faz 2 meses, a Procuradoria-Geral da República pediu o arquivamento de a parte referente a o senador, declarando não haver dados para validar as declarações de a delação, em setembro. «Se instauraram os inquéritos em razão de o conteúdo de o anexo de o colaborador , aprofundando as em todas as suas matizes. Porém, o que se viu como indicativos da prática de crimes por parte de Fernando Bezerra Coelho não se concretizou como dogma imbatível a ser ratificado», escreveu a subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo. Uma vez que se provou, quanto ao filho do senador, a PGR defendeu a permanência da investigação na Justiça Eleitoral que «de fato houve doação de grandes valores ao partido político para beneficiar a campanha eleitoral de Fernando Bezerra Coelho Filho a prefeito do município de Petrolina/PE em 2012, o que ressaltava o possível cometimento de crime».

Fabiano Contarato é um professor de direito, delegado da polícia civil e político brasileiro.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEGATIVE

Countries: Brazil

Cities: Vila Velha

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>PF deduz investigação e indicia autor de postagem que agrediu senador Contarato
>>>>>PF pede ao STF inquérito sobre envolvimento de parlamentares em desvios no orçamento secreto – November 19, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Em visita a Fux, Rodrigo Pacheco diz que busca solução para ‘impasse’ do orçamento secreto – November 18, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>Rogério Marinho deverá prestar esclarecimentos no Senado sobre ‘orçamento secreto’ – November 16, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Lira defende projeto para tornar emendas do relator mais transparentes, após STF determinar suspensão – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>PGR é contra pedido para que STF obrigue Alcolumbre a marcar sabatina de Mendonça – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Governistas tentam aprovar proposta que antecipa aposentadoria de ministros do STF – (Extraoglobo-pt)

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