Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – O presidente do Botafogo, Maurício Assumpção, Renan Calheiros, e o senador Jorge Viana

O presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz , e Renan Calheiros criticaram as declarações do presidente Jair Bolsonaro, que mais cedo insinuou que China pode ter instituído o coronavírus como parte de um «combate química». Renan Calheiros é o relator. Aziz, que assim, a fala de Bolsonaro pode prejudicar o Brasil, recordou que parte dos insumos utilizados na guerrazinha à denfermidadevem da China.

Mandado em 28 de março de 2020, o documento dá um panorama da extensão da pandemia no Brasil e conclui com a recomendação de que a Presidência reveja seu posicionamento. Menciona especificamente a necessidade de reconhecer os esforços de isolamento social e o «agradecimento da transmissão comunitária».Ex-ministro.- screveu: «Assim, em que pese todo o esforço empreendido por esta Pasta para proteção da saúde da população e, via de consequência, mbora tenham, conservação de vidas no contexto da resposta à epidemia do Covid-19, as orientações e recomendações não receberam asuportedeste Governo Federal, esido embasadas por eexpertse autoridades em saúde, nacionais e internacionais, quais sejam isolamento social e a necessidade de ragradecimentoda transmissão comunitária»,. Antes mesmo do término do testemunho, Renan Calheiros alegou nesta terça-feira que o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta traz informações pertinentes para clarear o que aconteceu no começo da pandemia do novo coronavírus no Brasil. Renan Calheiros é o relator da CPI da Covid. Para Renan, o testemunho mostra que o presidente Jair Bolsonaro «divergiu das orientações científicas, no isolamento e na cloroquina». Pazuello: Ex-ministro comunica a senadores que não pode depor presencialmente na CPI Entre os principais pontos da oitiva, Renan realça a chance de ter acontecido um «aconselhamento paralelo» ao presidente Jair Bolsonaro; a adoção da cloroquina para tratamento do novo coronavírus «ao calafrio» do Ministério da Saúde; a participação do vereador Carlos Bolsonaro em reuniões ministeriais, o que gera dúvidas sobre a sua influência nas ações; e o alerta sobre o Brasil poder chegar a 180 mil mortes até o final de 2020 – número que acabou sendo superado. — Foi um testemunho importante, na minha opinião, para clarear exatamente o que aconteceu naquele momento inicial da pandemia – declarou Renan – Também é pertinente a informação de que Mandetta viu um decreto para mudar a bula e recomendar a cloroquina — adicionou. Durante testemunho, o ex-ministro declarou que viu uma minuta de documento da Presidência da República para que a cloroquina tivesse na bula a indicação para Covid-19. Segundo Mandetta, o próprio diretor-geral da Agência Nacional de Vigilância Sanitária discordou dessa medida Vídeos: Pazuello demostrou tensão durante treino do Planalto para ir à CPI da Covid Sobre a pchancede Eduardo Pazuello aprotelaro dtestemunho pcalculadopara amanhã, por suspeita de Covid-19, Renan ddeclarouque fica «até contente» por mais um integrante do governo «ficar pinquietadocom isolamento, distanciamento, ao contrário de ccondutasrecentes»: — A CPI tem gerado uma mudança elogiável noacconduta na condução de vacinas, na negociação de insumos e até mesmo no adesamparodo negacionismo.— A CPI da Covid vai escutar nesta quarta-feira o ex-ministro da Saúde Nelson Teich. A oposição questionará Teich para saber se o governo do presidente Jair Bolsonaro o pressionou para que o Ministério da Saúde passasse a recomendar a utilização ampliada da cloroquina e hidroxicloroquina, como prevenção para a covid-19. Nesta segunda, o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta declarou na delegação que viu uma minuta para modificar a bula da cloroquina para incluir a indicação para Covid-19. Faz 1 ano, em entrevista a o GLOBO o ex-ministro já admitiu que sua saída se deve em a pressão por o uso de remédios sem embasamento científico.Teich também reconheceu que faltava “planejamento, estratégia, liderança, coordenação e informação” no Planalto para lidar com a pandemia. Os senadores que se opõem ao Palácio do Planalto pretendem buscar o assunto para extrair mais informações e complementar o que Mandetta já declarou ele. — Foi um gatilho que me fez enxergar que eu não teria autonomia e legitimidade para fazer as mudanças que precisavam ser feitas. Eu poderia ter pegado carona com o Conselho Federal de Medicina , mas como aprovarei um medicamento que não funciona? Se meu lado técnico, que era um dos se o respeita meus pontos fortes, não , decidi que não havia como continuar — declarou Teich ao GLOBO no fim do ano passado. CPI da Covid:Randolfe e Renan desejam convidar Paulo Guedes Primeiro ex-ministro da Saúde escutado pela CPI da Covid, Luiz Henrique Mandetta declarou que viu uma minuta de documento da Presidência da República para que a cloroquina tivesse na bula a indicação para Covid-19 e que o presidente Jair Bolsonaro parecia escutar «outras fontes» que não o Ministério da Saúde. Segundo Mandetta, o próprio diretor-geral da Agência Nacional de Vigilância Sanitária discordou dessa medida, e o ministro «Jorge Ramos» diminuiu a questão, declarando que era somente uma sugestão. Procurado, Mandetta elucidou que se referiu a Jorge Oliveira, então ministro da Secretaria-Geral e hoje ministro do Tribunal de Contas da União . — O ministro da Saúde é um ministro que é convidado pelo presidente para conversar, prestar suas explicações. Estive dentro do Palácio do Planalto quando fui informado que era para subir, porque tinha uma reunião de vários ministros e médicos que iam sugeri esse negócio cloroquina, que eu jamais havia conhecido. Ele [Bolsonaro] tinha uma assessoramento paralelo. Nesse dia, havia na mesa um papel não timbrado de um decreto presidencial para que fosse proposto daquela reunião que se mudasse a bula da cloroquina na Anvisa, colocando na bula a indicação de cloroquina para coronavírus — declarou Mandetta. Questionado novamente sobre a tentativa de modificar a bula da cloroquina, o ex-ministro alegou que a reunião em que viu a minuta ocorreu cerca de dez dias antes de ser demitido. Se o questionou também por o relator de a CPI, Renan Calheiros se a ordem para o laboratório de o Exército ampliar a produção de cloroquina tinha partido de o Ministério da Saúde, e Mandetta declarou que não. Agendado para falar à Comissão Parlamentar de Inquérito a partir da manhã desta quarta-feira, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello comunicou que não vcomparecerápresencialmente ao Senado. Em profissão, Pazuello alegou que teve contato com pessoas contagiadas pela Covid-19 e, por isso, não poderia ir presencialmente ao Senado esta semana. Ele propôs como opção conservar a data da sessão, mas em formato remoto, o que não foi aceito pelos membros do colegiado. O presidente da delegação, senador Omar Aziz , marcou novo testemunho para daqui a 15 dias. Desta forma, tem que ficar para o dia 19 de maio. Como mostrou O GLOBO nesta terça, o militar participou de um treinamento com assessores palatinos que Pazuello está «bastante nervoso». O temperamento explosivo do general é uma das principais preocupações de integrantes do governo. Para evitar uma conduta hostil no Senado, Pazuello assistiu a uma série de vídeos de momentos em que provou contrariedade em público durante entrevistas coletivas e em audiências no Congresso. A preparação do ex-ministro da Saúde durou cerca de seis horas, das 14h às 20h, e envolveu também uma simulação de confronto com parlamentares, com questões espinhosas.

Na terça-feira 20 de abril – Membro titular da CPI da Covid, o vice-líder do governo no Senado, Marcos Rogério , criticou a atuação do Palácio do Planalto em relação ao colegiado, que deve ser instalado na próxima semana. Para ele, o governo estava totalmente desarticulado, perdeu o ‘timing’ na composição dos membros e agora estava em minoria. O senador consentia que a delegação apure se houve equívocos na aquisição de vacinas durante a pandemia, mas era contra incluir remédios sem comprovação científica no alcance dos inquéritos. — Em um tema mais sensível, como é uma CPI, seria necessário um pouco mais de articulação. O governo não tem que temer a inquérito, somente fazer um esforço para garantir que ela seja justa e faça as apurações necessárias para chegar no problema. Se o problema não estava aqui, uma coisa era certa: ele estava em algum lugar. Porque faltou lá na ponta clínicas para atender as pessoas, faltou remédio para as pessoas, faltou médico para atender as pessoas. Teve erro. Quem cometeu esse erro? Foi o presidente da República? Governador? Ou foi o prefeito? A sociedade desejava a resposta — declarou Marcos Rogério. Leia: Pressionado por CPI da Covid, Bolsonaro recomeça ofensiva contra a esquerda Em sua estratégia de atuação, o senador acredita que é preciso conservar no plano de trabalho da CPI apenas os temas que são consenso entre a comunidade científica, como a questão das vacinas. Sobre remédios sem efetividade comprovada, ele defendia que ainda não há uma resposta sobre qual medicamento era o mais adaptado, já que não existia nenhum específico para a enfermidade, e que a decisão do que deve ser administrado para cada paciente cabe aos médicos. A cloroquina, um dos possíveis focos do inquérito, por ter sido produzida pelo Exército e animada pelo Ministério da Saúde, era comprovadamente ineficaz. — existiam remédios no meio de todos esses que, ele vai declarar assim, se você for escutar um expert: esse corticoide fazia estourar a carga viral. E aí? O que era mais grave? estava desejando declarar era que se for por esse percurso, será a CPI do Fim do Mundo. focaremos onde estava o problema. Erros do ponto de vista da política, do palpite equivocado, ok. Mas quem gerenciar remédio era o médico. O resto era só opinião — disse. Como mostrou o GLOBO, governistas relataram que nem mesmo o Planalto procurou eles em os últimos dias para falar sobre Comissão Parlamentar de Inquérito. O governo não conseguiu conter progressões da oposição e da ala independente na indicação de membros, que eram maioria. Isso também se refletiu nos acordos entre os oponentes do presidente Jair Bolsonaro para conquistar as posições de comando – a presidência deve ficar com Omar Aziz e a relatoria com Renan Calheiros . — Não houve por parte de quem fazia a inteligência da política do governo uma precaução em relação às indicações para a CPI. Foi quem desejou ir. Do ponto de vista de avaliação política, em relação à composição, o governo não teve o cuidado de tentar. Você tem os partidos políticos e qual o nível de ligação que o partido A ou o partido B tem com o governo? Tem uma vaga ou duas vagas e ele mencionava dois de oposição, tem alguma coisa fora do lugar — avaliou Marcos Rogério, se o partido A tem uma ligação do governo e em alguma medida ele. O vice-líder declarou que o presidente Jair Bolsonaro tem o perfil de deixar a articulação mais solta no Congresso, e os parlamentares tiveram boa vontade com o governo até aqui em outras situações. No caso da CPI, entretanto, Marcos Rogério avaliava que era diferente. — Eu serei bastante sincero. Se houve algum nível de articulação, eu desconhecia, até agora. achava que o presidente Bolsonaro, eu convivi com ele como deputado federal. Não era uma surpresa a forma como ele verbalizava as posições dele, como ele se colocava diante, não era novidade, porque ele sempre foi assim. A coisa meio que ia fluindo. Tanto Câmara como Senado sempre tiveram boa vontade com o governo. Sonar: Bolsonaristas arremessavam campanha nas redes contra Renan Calheiros na relatoria da CPI da Pandemia Responsável pelava articulação política, Flávia Arruda procurou somente Marcos Rogério, após saber que ele estava insatisfeito. Flávia Arruda é a ministra da Secretaria de Governo. — Ela declarou para mim que está iniciando e pediu assistência nesse momento em que ela estava no começo, porque ela conhece bastante a Câmara, mas o Senado ainda não. Ela declarou que acabou de assumir e estava tirando o tempo dela e tal. Achei que a justificação foi boa, eu compreendi, mas o timing das coisas aqui dentro não aceitava isso. O argumento não mudava o cenário aqui dentro, mas eu compreendi e esperava que ela faça um bom trabalho — contou Marcos Rogério. Reconhecendo que não era possível colocar governistas nos dois postos de comando da CPI, Marcos Rogério defendia que, ao menos, haja um equilíbrio entre as dois principais posições. Para o parlamentar, era importante ter pelo menos um nome independente na presidência do colegiado, o que deixava em aberto a chance de um oposicionista assumir a relatoria. — Você tem esse equilíbrio nos dois postos fazia bem para a delegação. dependia de quem será o presidente. A depender disso, você pode ter um relator mais à oposição ou mais próximo ao governo. Declarar que será 100% não terá. Não tem nenhum que faria isso, eu não faria isso, outros não fariam, porque não há ninguém que seja ignorante acerca dos fatos, o que você não precisava ter era alguém que tenha um juízo formado e que deseje somente utilizar a CPI para confirmar o que ele já tem como posição.

Filiado ao Movimento Democrático Brasileiro, é Senador por Alagoas deixou a liderança do partido na casa. Senador por Alagoas é ex-presidente do Senado Federal e a partir de 29 de junho de 2017.

— Eu acho que a a situação nossa em relação a insumos piorará com essa declaração hoje — declarou Aziz.

— Hoje continuaram as ameaças do presidente — realçou Renan Calheiros.

— Hoje foi ruim. Ele chama de combate químico e tal. Estamos na mão dos chineses para trazer o IFA . Não temos produção de IFA, e não teremos tão cedo. Dependemos da Índia para alguns insumos, da China para outros. Não é momento de cutucar ninguém. Não é momento. Nem aqui entre nós.

— Eu não consinto com nenhuma delas — respondeu Teich.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEUTRAL

Countries: India, China, Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Presidente de CPI da Covid declara que fala de Bolsonaro pode prejudicar importação de insumos de China
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