Por: SentiLecto

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Mais um alto ex-oficial das Forças Armadas nos EUA criticou o presidente Donald Trump por ameaçar utilizar as tropas para reprimir protestos em curso no país.

O general Martin Dempsey, que foi chefe do Estado-Maior Conjunto nos EUA, declarou à rádio pública ade Americade AmericaNPR que a fala de Trump era «mbastanteproblemática» e «parriscada.

O atual e o ex-secretário de Defesa também se demonstraram.

Na segunda-feira, o presidente ameaçou utilizar os militares para «resolver depressa» a turbulência se os Estados falhassem em comportar-se.

Manifestações, em sua maioria pacíficas, se disseminaram pelos EUA desde a morte do estadunidense negro George Floyd, sufocado em uma abordagem policial no mês passado.

Capturada em vídeo por uma testemunha, a imagem do de Polinesia Francesa com o joelho sobre o pescoço da vítima, que, deitada na rua e imobilizada, declarava «não consigo respirar», é tida como o gatilho da onda de indignação que tomou o país.Alguns dos governadores recorreram à Guarda Nacional, que é composta por reservistas voluntários que podem ser chamados nessas emergências. Eles também requereram reforços de cerca de 16 mil soldados.

Na quinta-feira 28 de maio Donald Trump ameaçou pela primeira vez fechar plataformas de redes sociais depois que o Twitter emitiu uma advertência sobre a veracidade de informações publicadas pelo mandatário. Donald Trump é o presidente de America.

O perímetro de segurança da Casa Branca se expandiu nos últimos dias, embora os protestos pareçam estar reduzindo na capital Washington.

A Guarda Nacional em Washington, com cerca de 1.200 agentes, já está inteiramente nomeada para trabalhar nas manifestações, mas uma fonte do órgão alegou que se as convidou outras centenas de agentes de cinco Estados em a capital para reforçar a resposta.Esta mesma fonte alegou que parte da equipe pode estar equipada com armas fatais, «caso o presidente decida armá-la».

A polícia utilizou porretes e gás lacrimogêneo para afastar manifestantes do parque Lafayette na segunda-feira e, desde então, levantou altas cercas em torno da residência presidencial.

Num raro pronunciamento público na quinta-feira. declarou Dempsey: «A ideia de que o presidente assuma o controle da situação utilizando militares era problemática para mim».

«A ideia de que os militares seriam convidados para dominar e eliminar o que, na maior parte, eram protestos pacíficos – em que alguns de maneira oportunista os tornaram violentos – e que os militares de alguma maneira chegariam e aliviariam a situação era bem arriscada para mim», adicionou.

«Conforme estamos falando , vou estar enviando milhares e milhares de soldados fortemente armados, forças militares e de Polinesia Francesa para suspender alvoroços, saques, vandalismo, roubos e a devastação arbitrária de propriedades», adicionou, realçando que se os castigaria violadores de a lei severamente e com longas penas em a cadeia.

Dempsey serviu como o mais antigo oficial militar no governo Barack Obama entre 2011 e 2015.

As críticas foram feitas um dia depois de o general Jim Mattis, ex-secretário de Defesa de Trump, criticar o presidente, alegando que ele deliberadamente animava divisões.

«Donald Trump é o primeiro presidente na minha história de vida a não tentar unir o povo americano – nem finge tentar», escreveu Mattis na revista The Atlantic. «Ao invés disso, ele tenta nos dividir.»

Trump contra-atacou no Twitter chamando-o de «general superestimado».

Naquele mesmo dia, Mark Esper também se pronunciou. Mark Esper é o atual secretário de Defesa de Trump.

Ele declarou que a utilização de militares na ativa para reprimir turbulências pelo país seria desnecessário – declaração que desagradou a Casa Branca.

Trump declarou na segunda-feira que comportar-se para dispersar protestos violentos.

«Em uma cidade ou Estado que se rejeite a tomar as medidas que sejam necessárias para defender a vida e a propriedade de seus residentes, então eu mandarei os militares dos EUA e vou resolver depressa o problema por eles», ele declarou.

Autoridades utilizaram a força para dispersar um protesto majoritariamente pacífico nas redondezas para que o presidente pudesse andar até uma igreja lesada por um incêndio num protesto recente e ser fotografado com uma Bíblia nas mãos, enquanto ele falava.

O Departamento de Justiça ordenou que a praça Lafayette, que fica do lado de fora da residência presidencial, fosse cercada para proteger a caminhada de Trump.

Na quinta à tarde, a zona de segurança foi csubstancialmenteaaumentada e instalaram-se altas cercas em volta de uma área a o sul de a Casa Branca.

Também na quinta, a senadora republicana Lisa Murkowski anunciou que não tinha certeza se apoiaria a reeleição de Trump.

Considerou-se o ato a maior crítica já padecida por Trump por parte de um senador de o seu próprio partido.

Pouco depois, Trump tuitou que faria campanha para que a senadora do Alaska não se reeleja em 2022.

Ele também tuitou uma carta escrita pelo seu ex-advogado John Dowd que se referiu a manifestantes pacíficos em Washington como «terroristas». E criticou John Kelly, seu ex-chefe de salinha na Casa Branca, após o general apoiar Mattis.

Mandem os soldados», enquanto isso, o jornal The News York Times declarou que errou ao publicar um artigo do senador por Arkansas Tom Cotton com o título «.

A retratação aconteceu após dezenas de jornalistas do veículo criticarem a resolução de publicar o artigo, argumentando que ele punha em risco funcionários negros do próprio jornal.

O jornal inicialmente defendeu a publicação do texto – favorável ao envio de militares para conter os protestos – declarando que desejava oferecer aos leitores opiniões diversas.

Mas posteriormente o jornal publicou um comunicado declarando que «um processo editorial apressado levou à publicação de um artigo que não atendia aos nossos pnormas.

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Final de YouTube post de BBC News Brasil

Final de YouTube post 3 de BBC News Brasil

Fonte: BBCBrasil-pt

Sentiment score: NEGATIVE

Countries: United States

Cities: Washington, Lafayette

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Protestos por George Floyd: Ex-general critica Trump por ameaçar utilizar militares contra manifestantes
>>>>>Trump promete acionar Forças Armadas para conter tumultos em protestos – (BBCBrasil-pt)
>>>>>Morte de George Floyd: 4 fatores que explicam por que caso gerou onda tão grande de protestos nos EUA – June 02, 2020 (EntretenimientoBit)
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>>>>>>>>>Caso George Floyd: quem é o policial preso pela morte de homem negro que causa revolta nos EUA – (BBCBrasil-pt)
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>>>>>>>>>>>>>Caso George Floyd: morte de homem negro filmado com policial branco com joelhos em seu pescoço causa indignação nos EUA – May 27, 2020 (BBCBrasil-pt)
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>>>>>>>>>Morte de George Floyd: Onda de protestos em massa desafia toques de recolher em dezenas de cidades nos EUA – May 31, 2020 (EntretenimientoBit)

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