Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Jair e Michelle Bolsonaro com a filha Laura em 7 de setembro de 2019

O PSDB alegou em rede social nesta terça-feira que o presidente Jair Bolsonaro «comemorou a morte de um voluntário da Coronavac», vacina contra a Covid-19 produzida pela companhia de China Sinovac Biotech, em parceria com o Instituto Butantã. O PSDB é partido do governador de São Paulo.

Jair Messias Bolsonaro é um capitão reformado, político e atual presidente brasileiro.

Na noite de ontem, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária informou que, suspenderiam-se os testes devido a um acontecimento adverso grave, com o imunizante em o país. O GLOBO apurou que o acontecimento grave informado na nota da Anvisa foi a morte de um voluntário, que, segundo o diretor do Butantan, Dimas Covas, não tem relação com a vacina.

– A Agência Nacional de Vigilância Sanitária informou nesta segunda-feira que suspendeu os testes no país cordovês, vacina contra a Covid-19 da de China Sinovac, após a ocorrência de um acontecimento adverso grave com um voluntário, e o presidente do Instituto Butantan declarou se tratar de uma morte não relacionada na vacina. O presidente do Instituto Butantan é culpado pelo estudo.Anvisa em nota, sem especificar a natureza do acontecimento isse: «O acontecimento acontecido no dia 29/10 foi comunicado à Anvisa, que decidiu isuspendero estudo para avaliar os dados observados até o momento e julgar sobre o risco/benefício da cpermanênciado estudo»,.Calcula-se a interrupção segundo a agência reguladora, por as normativas de a Anvisa e faz parte de os procedimentos de boas práticas clínicas esperadas para estudos clínicos governados em o Brasil. A Anvisa declarou: «Com a interrupção do estudo, nenhum novo voluntário poderá ser vacinado». O Instituto Butantan, culpado por organizar o programa de testagem no Brasil e pela futura produção local da vacina, declarou em nota ter sido «assombrado» com a resolução da Anvisa e mencionou não ter conhecimento de qualquer acontecimento adverso entre os participantes do estudo. «Ainda que está à disposição da agência reguladora brasileira para prestar todos os esclarecimentos necessários referentes a qualquer eacontecimentoadverso que os estudos clínicos podem ter aexibidoaté momento», o Butantan informa, aadicionou Em seu comunicado sobre a interrupção dos testes, a Anvisa não informou se o acontecimento adverso aconteceu no Brasil ou em algum outro país onde a CoronaVac também está sendo testada. A agência alegou que entre os conseqüência adversos graves estão morte, risco imediato de morte, incapacidade/invalidez ou enfermidade que exija internação hospitalar, entre outros. Vincula-se o Butantan em entrevista em a TV Cultura, emissora pública ligada a o governo de o Estado de São Paulo, a o qual também , o presidente de o instituto declarou se tratar de a morte de um voluntário que não teve relação com a vacina e, portanto, em a visão de ele, não há justificativa para a paralisação de os testes.»Primeiro, informou-se a Anvisa de um óbito, não de um conseqüência adverso. Isso é um pouco diferente. Nós até estranhamos essa resolução da Anvisa, porque é um óbito não relacionado à vacina. Como são mais de 10 mil voluntários neste momento, podem ocorrer óbitos. O sujeito pode ter um acidente de tráfego e falecer», declarou Covas. «A Anvisa colocou agora em a noite essas questões.se requereu o esclarecimento não ainda . Nós estamos requerendo já, e forneçam-se esses dados eu de público solícito aqui, para que amanhã, em a primeira hora, , porque em a realidade esse óbito não tem relação com a vacina.» Segundo a Anvisa, os dados sobre voluntários de pesquisas clínicas devem ser conservados em sigilo, em conformidade com princípios de confidencialidade, dignidade humana e proteção dos participantes. Em nota, o governo do Estado de São Paulo, comandado por João Doria , alegou que tomou conhecimento da resolução da Anvisa pela jornalismo e declarou lamentar que isso tenha acontecido. A nota alega: «O governo de São Paulo, através do Instituto Butantan, lamenta ter sido informado pelo jornalismo e não diretamente pela Anvisa, como normalmente acontece em procedimentos clínicos desta natureza, sobre a interrupção dos testes da vacina CoronaVac». «O Butantan aguarda informações mais detalhadas do corpo clínico da Agência Nacional de Vigilância Sanitária sobre os reais motivos que determinaram a paralisação.» A vacina da Sinovac virou motivo de disputa acirrada entre o presidente Jair Bolsonaro e Doria, que são desafetos políticos e frequentemente trocam farpas publicamente. Bolsonaro vetou Eduardo Pazuello que calculava a compra de 46 milhões de doses da vacina com o objetivo de integrar o Programa Nacional de Imunização. Eduardo Pazuello é seu ministro da Saúde. Eduardo Pazuello é seu ministro da Saúde. O presidente chegou a declarar que a vacina não transmite segurança “pela sua origem” e não tem credibilidade, e se rejeitou a liberar recursos para o governo de São Paulo investir na produção do imunizante. No fim do mês passado, o Butantan reclamou de um suposto atraso da Anvisa para aprovar a importação de doses prontas da vacina e de insumos para a fabricação local, o que foi negado pela Anvisa, que posteriormente liberou as importações. SEGURANÇA A interrupção dos testes acontece no mesmo dia em que o governo de São Paulo anunciou o começo das obras do fábrica que vai produzir a vacina, ao preço de 142 milhões de reais, com expectativa de produzir 100 milhões de doses anuais. Na ocasião, autoridades estaduais de saúde de São Paulo exaltaram o fato de os ensaios clínicos da CoronaVac não terem registrado qualquer acontecimento adverso até então, e declararam que dados já disponíveis sobre a vacina assinalaram sua segurança e que produziu anticorpos contra o coronavírus em quase 98% dos voluntários que a receberam até o momento. Além da CoronaVac outras três candidatas a vacina estão atualmente em testes no Brasil, incluindo as vacinas em desenvolvimento pelo laboratório AstraZeneca e a Universidade de Oxford e pela Janssen-Cilag, subsidiária da Johnson & Johnson, que também tiveram os testes provisoriamente suspendidos no país após a ocorrência de acontecimentos adversos — em ambos os casos em voluntários no exterior. Faz 10 meses, um voluntário de a vacina de Oxford em o Rio de Janeiro faleceu, em o mês passado, mas suspendeu-se o ensaio clínico não uma vez que, segundo fontes, ele havia recebido o placebo e não a vacina. A Sinovac não respondeu de imediato a um pedido de observação. A CoronaVac está entre três vacinas experimentais contra Covid-19 que a China tem usado para inocular centenas de milhares de pessoas sob um programa emergencial, e as autoridades sanitárias do país declaram que se observou nenhum conseqüência adverso grave não até o momento. – O presidente Jair Bolsonaro comemorou nesta terça-feira a suspensão dos testes da vacina contra a Covid-19 CoronaVac, da de China Sinovac e que está sendo testada no Brasil pelo Instituto Butantan, em uma observação em sua conta no Facebook, no qual classificou a interrupção como um triunfo pessoal sua. Ao responder uma questão de um seguidor em uma publicação sobre as ações do governo na pesquisa sobre remédios para a Covid-19, Bolsonaro colocou o link de um artigo sobre a suspensão dos testes e alegou: «Mais uma que Jair Bolsonaro ganha». O seguidor perguntou se o governo federal iria adquiri e produzir a CoronaVac se a ciência declarar que ela é segura. Bolsonaro respondeu: «Morte, invalidez, anomalia… Esta é a vacina que Doria desejava obrigar todos os paulistanos a tomá-la. O presidente declarou que a vacina nunca poderia ser compulsória». Os conseqüência adversos mencionados pelo presidente são razões pelas quais um teste pode ser suspenso, mencionadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária no comunicado em que informou a suspensão dos testes. A agência não detalhou qual desses conseqüência a levou a determinar a interrupção. De acordo com o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, um voluntário dos testes com a CoronaVac faleceu, mas a morte não teve relação com a vacina. O Butantan e o governo paulista declararam que o anúncio assombrou eles de a Anvisa que tomaram conhecimento de ele por o jornalismo. Por Lisandra Paraguassu

Na sexta-feira 30 de outubro o presidente Jair Bolsonaro alegou que a pandemia do novo coronavírus » estava acabando» e ironizou a pressa do governador de São Paulo, João Doria, de adquiri uma vacina contra a Covid-19. De acordo com Bolsonaro, Doria desejava atribuir à vacina algo que já a aconteceriasem ela. A enfermidade já mais de 159 mil brasileiros.

Nesta terça-feira, Bolsonaro ironizou a resolução da Anvisa. Ele frisou que o governador de São Paulo «desejava obrigar a todos os paulistanos tomá-la»,evidenciouu que é contra a obrigatoriedade da vacinação edeclaroue que é «mais uma que Jair Bolsonaro ganha».

Em resposta à declaração do presidente, o PSDB aalegouem rede social que «a atitude do presidente é mais uma prova de que coloca suas pambiçõespolíticas acima de todos e realmente não se importa com a vida dos brasileiros. Cada vez mais ele parece estar do lado do vírus».

«A corrida pela vacina não é um combate político e não pode ser tratada dessa maneira. A vacina – seja ela qual for – é para proteger os brasileiros desse vírus que já levou a vida de mais de 160 mil pessoas», adiciona o PSDB.

Ainda que o governo federal prometeu repasses ao governo de São Paulo para a produção da vacina pelo Butantan, na nota publicada hoje, a sigla declara, mas não o fez até agora, e que o governo «ignorou proposta de compra da vacina da Pfeizer».

«O governo ignorou proposta de compra da vacina da Pfeizer, cujos estudos mencionam efetividade na imunização, e quando a vacina for aprovada, o país não vai estar entre os prioritários «, publicou o PSDB.

Na segunda, a farmacêutica de America Pfizer declarou que sua vacina experimental foi mais de 90% eficaz na prevenção da Covid-19 com base em dados iniciais do estudo do período 3, o final. Apesar da notícia, não há perspectivas de acesso a essa possível vacina para a população de Brasil.

Depois, após o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciar a assinatura de um protocolo de intenções para a compra de 46 milhões de doses da vacina da Sinovac, Bolsonaro o desautorizou publicamente e declarou que o Brasil não iria adquiri a «vacina de China de João Doria».

– O presidente Jair Bolsonaro alegou nesta segunda-feira que o governo federal vai adquiri e oferecer para a população qualquer vacina contra a Covid-19 que passar pelo aval do Ministério da Saúde e for certificada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária , mas repetiu que essa imunização não vai ser compulsória para a população. «Passando pela Saúde e sendo certificado pela Anvisa, o governo federal vai adquiri a vacina e disponibilizará, mas não será compulsória de jeito nenhum», declarou ele, em transmissão pelas redes sociais, no Palácio da Alvorada. A fala do presidente acontece no dia em que duas gigantes farmacêuticas –a norte-americana Pfizer e a alemã BioNTech– anunciaram que a vacina que desenvolvem tem pelo menos 90% de efetividade, segundo dados das companhias não revisados de maneira independente. O Brasil, entretanto, uma vez que o governo federal apostou, não tem acordo até o momento para comprar a vacina Pfizer/BioNTech suas fichas no imunizante em desenvolvimento pelo laboratório AstraZeneca com a Universidade de Oxford. Separadamente, o governo de São Paulo, por meio do Instituto Butantan, firmou acordo com o laboratório de China Sinovac. No entanto, como o acordo foi feito com o governador de São Paulo, João Doria –seu opositor político– Bolsonaro desautorizou um acordo inicial entre o Ministério da Saúde e o Butantan para compra de 46 milhões de doses da vacina chinesa antes da aprovação pela Anvisa. O governo de Brasil também participa do sistema Covax Facilities, da Organização Mundial de Saúde , para compra de outro imunizante que porventura seja aprovado internacionalmente.

A Sinovac Biotech Ltd. é uma companhia biofarmacêutica que se concentra na pesquisa, desenvolvimento, fabricação e comercialização de vacinas contra enfermidades infecciosas.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEUTRAL

Countries: Brazil

Cities: Sao Paulo

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>PSDB declara que Bolsonaro ‘comemorou morte de voluntário’ e que presidente ‘parece estar do lado do vírus’
>>>>>Governo vai comprar vacina que for aprovada por Saúde e Anvisa, diz Bolsonaro – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Anvisa suspende testes da CoronaVac; chefe do Butantan fala em morte não ligada à vacina – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Bolsonaro comemora suspensão de testes da CoronaVac pela Anvisa – (Extraoglobo-pt)

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