Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Ricardo Salles em 8 de agosto de 2019 (2)

Ricardo Salles declarou na noite desta terça-feira que buscou «acelerar» processos com a mudança de normas para a aplicação de multas ambientais, publicada no dia 14 no Diário Oficial da União Ricardo Salles é o ministro do Meio Ambiente. , mas admitiu que pode fazer «ajustes» no texto que está sendo contestado.

Ricardo de Aquino Salles é um advogado, administrador e político brasileiro.

A manifestação acontece após a divulgação de uma carta de servidores do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis que alegam estar com suas atividades de fiscalização totalmente paradas após Salles determinar um novo rito que, segundo eles, “inviabiliza” as ações de combate ao desmatamento na Amazônia.Os fiscais alegam que essa mudança cria uma figura semelhante a um “censor” e que isso prejudica as ações de guerrazinha a crimes ambientais. A carta declara que, atualmente, não há condições para os fiscais exercerem as suas funções.

Grupos indígenas e ambientalistas declaram que qualquer acordo com o governo Bolsonaro cria o risco de legitimar uma administração que está incentivando a devastação ambiental e violações dos direitos humanos.

Na segunda-feira 29 de março – Em meio à pressão para a saída do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, o Centrão vai intensificar junto ao presidente Jair Bolsonaro o pleito para que haja uma reforma ministerial mais aextensa incluindo outros ministros como alvo. Bolsonaro trocou, npassada, o titular da Saúde, Eduardo Pazuello, mas não pôs em seu lugar um mencionado pelos aliados no Congresso. Agora, líderes parlamentares faziam críticas a outros integrantes da Esplanada. O titular do Meio Ambiente, Ricardo Salles, era alvo prioritário em seguida de Ernesto, mas há também insatisfação com nomes como Milton Ribeiro, à frente da Educação, Bento Albuquerque, de Minas e Energia, e Tarcísio de Freitas, da Infraestrutura. Salles padecia críticas semelhantes às direcionadas ao ministro das Relações Exteriores. O Congresso acusava ambos de prejudicar a imagem de o país a o internacionalmente colocar ideologia acima do pragmatismo o » «. Os discursos de Salles passariam a ser monitorados com lupa pelo Congresso e qualquer sinalização hostil a países estratégicos teria que provocar reação de deputados e senadores. O ministro era visto como entrave à aproximação do Brasil com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que c cobravamaior epersistênciado país noacguerrazinhaao desmatamento da Amazônia e chegou a oferecer um fundo bilionário em troca de contrapartidas ambientais. Para tentar estreitar laços com países estratégicos, o presidente da Câmara, Arthur Lira , tem se reunido diretamente com o embaixador da China, Yang Wanming, e chegou a conversar por vídeo com o presidente do parlamento de China, Li Zhanshu. Já o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco , escreveu carta à vice-presidente dos EUA, Kamala Harris, pedindo o envio de excedente de vacinas. A avaliação do Centrão era que, após o surgimento da nova cepa do coronavírus, Bolsonaro “acordou” para a pandemia e passou a provar a preocupação necessária com o assunto. Só que a mudança de discurso do presidente precisaria estar acompanhada de gestos, como mudanças em pastas estratégicas, para “chacoalhar” a administração e melhorar a imagem do governo. Marcelo Ramos avaliava que «a política ambiental brasileira tem funcionado como impeditivo para captação de investimentos internacionais». Marcelo Ramos é o vice-presidente da Câmara. — A visão era bastante negativa não só no Parlamento, mas no mundo completo, porque a política do Salles conflita com quem defendia o meio ambiente. Ele era uma espécie de “antiministro” do Meio Ambiente. Parte influente do Congresso também criticava Tarcísio de Freitas na Infraestrutura. A alegação era que, à frente de uma superpasta, Freitas p poderia produzirmais resultados do que a aexibiaO ministro seria “supervalorizado” e contaria com aextensoepersistênciado Planalto na divulgação de feitos, o que daria a “falsa impressão” de uma atuação exitosa. Como Tarcísio era prestigiado por Bolsonaro, tentar tirá-lo do ministério eraé visto comoimpraticávell, e a intenção era pressionar pelo desmembramento da sua estrutura para entregá-la a ummencionadoo do Centrão. À frente do Ministério da Educação, pasta com mais recursos no Orçamento, Milton Ribeiro é criticado pela “inércia” e por “não buscar opções” para o melhoria do ensino na pandemia. O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, também era assinalado como pouco ativo. Parlamentares do Centrão argumentavam que faltavam investimentos na área e, a atuação de Bento traria risco de percalços como apagões, se o Brasil estivesse passando por um fase com maior atividade econômica. — tem ministro que você nem recordava que era ministro. O Ribeiro na Educação era um deles. E mencionaria também o astronauta Marcos Pontes, que, até hoje, parecia não ter voltado da lua, declarava Marcelo Ramos, referindo-se ao ministro da Ciência e Tecnologia, cuja saída, embora pleiteada, não estava na lista de prioridades do Centrão. Para além das críticas feitas aos ministros mencionados, há uma avaliação de que Bolsonaro não correspondeu ao suporte que tem recebido do Congresso. O deputado federal João Roma assumiu a pasta de Cidadania, desde que o presidente da Câmara, Arthur Lira derrotou o mencionado de Rodrigo Maia e foi eleito presidente da Câmara, Bolsonaro designou somente um político, do Republicanos, para ministério —.

AO GLOBO, Salles declarou que o ministério está conferindo os pontos erguidos pela carta e que, se procederem, a norma poderá ser adaptada.— Estabelecemos prazos curtos justamente para acelerar o andamento dos processos, mas estamos analisando a manifestação e se houver mesmo necessidade de ajuste, o vamo fazer — declarou o ministro do Meio Ambiente.Ainda que a divulgação da carta na véspera da Cúpula de Líderes para o Clima ameace a participação do presidente Jair Bolsonaro, salles negou. No acontecimento, o chefe do Executivo Brasileiro prometerá ampliar o investimento em fiscalização.— Lógico que não . O que fizemos amplia a eficácia da fiscalização e a velocidade dos processos.

Os signatários ainda incluem os atores Joaquin Phoenix Jane Fonda, Sigourney Weaver, Sonia Braga, Wagner Moura, cineastas como Fernando Meirelles Joaquin Phoenix é mark Ruffalo., e músicos como Caetano Veloso e Philip Glass.

Os brasileiros formam uma nacionalidade ligada de maneira indissociável ao Estado Brasileiro, ou seja, a qualidade fundamental de um brasileiro é sua ligação com o Brasil.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEUTRAL

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Salles declara que buscou ‘acelerar’ processos, mas admite fazer ‘ajustes’ em portaria contestada por servidores do Ibama
>>>>>DiCaprio, Gil e outras celebridades pedem a Biden que recuse acordo ambiental com Brasil – April 20, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Cacique Raoni protocola ação contra Bolsonaro no Tribunal Penal Internacional – April 16, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>Rosa Weber suspende trechos dos decretos de Bolsonaro que facilitam a compra e porte de armas – (Extraoglobo-pt)

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