Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – BRAlogo1

O Ministério da Saúde anunciou que a vacinação contra a Covid-19 poderá iniciar nos estados a partir das 17h desta segunda-feira . A vacina usada a princípio vai ser a CoronaVac, produzida pelo laboratório de China Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, aprovada neste domingo para utilização emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária . A CoronaVac já teve a primeira dose aplicada em São Paulo.

O Ministério da Saúde requereu ao Instituto Butantan a entrega «imediata» de seis milhões de doses importadas da vacina contra Covid-19. O diretor de o Departamento de Logística assinou em esta sexta-feira a profissão em Saúde , Roberto Ferreira Dias, e endereçado a Dimas Covas, diretor do Butantan.— A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou neste domingo a autorização para utilização emergencial de duas vacinas contra Covid-19 no Brasil. Três dos cinco integrantes da Diretoria Colegiada do órgão votaram em defesa da aplicação dos fármacos. Embora dois diretores ainda precisem se demonstrar, já há maioria para autorizar os imunizantes. Com a resolução da Anvisa, a vacina de Oxford, desenvolvida pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford e a capitaneada pela Fiocruz, e a CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório de China Sinovac, poderão ser aplicadas em grupos específicos a partir do momento que os laboratórios produtores forem comunicados da resolução. Acompanhe ao vivo: Relatora dos dois pedidos de autorização, feitos pela Fiocruz e pelo Butantan, a diretora Meiruze Freitas foi a primeira a votar e foi em defesa do utilização emergencial das duas vacinas. Os diretores Romisom Mota e Alex Campos acompanharam o voto da relatora. Ao proferir o voto, a relatora pediu aplausos aos servidores do órgão. — Guiada pela ciência e pelos dados, a equipe de servidores da Anvisa deduziu que as vantagens da vacina superam seus riscos — declarou a diretora, antes de aplaudir o trabalho realizado pela equipe técnica da Anvisa. A diretora alegou que ainda há incertezas que devem ser ressalvadas, mas frisou que as vantagens dos fármacos superam os riscos. — Ressalvadas algumas incertezas ainda existentes, os beneficios conhecidos e potenciais das dus candidastas superam os riscos conhecidos de cada uma delas. Entretanto, ambas atendem aos criterios de característica para utilização emergencial — afrimou a diretora. Antes de exibi o parecer, a relatora realçou que ainda não existe um tratamento contra a Covid-19. A avaliação contraria declarações do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e do presidente Jair Bolsonaro, que recomendam utilização de remédios sem comprovação científica para lutar a enfermidade. — A pandemia provocada pelo Sars-Cov desafia a saúde mundial. Nosso pais atualmente responde por 10% do total das mortes observadas no mundo. Até o momento, não contamos com opção terapêutica para tratar o coronavírus. Assim, compete a cada um de nós em sua esfera de atuação tomar toda as medidas ao nosso alcance para no menor tempo diminuir impacto sobre a vida no nosso país — disse a diretora. Em seu parecer, a diretora defendeu a vacinação como maneira de proteger a população e declarou que o imunizante é uma questão de segurança nacional. — A vacinação contra Covid-19 auxiliará de forma determinante a proteção individual e coletiva. Realça-se a personalidade estratégica de vacinação no profissionais de saúde. O acesso à vacina é questão de segurança nacional. Ao acompanhar a relatora, Mota realçou que as vacinas são a melhor maneira de prevenir enfermidades infecciosas: — As vacinas são a maneira mais eficaz de prevenir enfermidades infecciosas, resgatando milhões de vidas em todo mundo. Além de Meiruze, Mota e Campos, dois diretores da agência vão votar sobre o assunto: Antonio Barra e Cristiane Jourdan. Para serem aprovados, os pedidos precisam obter maioria simples na diretoria, já alcançada nos três votos proferidos até a tarde deste domingo. Mais cedo, a área técnica da agência recomendou a aprovação da utilização emergencial das duas vacinas realçando a necessidade de acompanhamento próximo dos imunizantes. A licença aa utilização emergencial das vacinas passa a valer assim que os laboratórios forem comunicados, o que deve acontecer logo após o fim da reunião deste domingo. A autorização emergencial de utilização permite a imunização somente em grupos pré-definidos nos estudos entregues à Anvisa. Para comercialização do imunizante e extensa vacinação sem necessidade de especificação de grupos é preciso obter o registro final da vacina. A agência confirmou a efetividade mundial da vacina de Oxford em 70,42%. A área técnica também confirmou a efetividade mundial da CoronaVac, em 50,4%, e realçou que o imunizante tem que ser monitorado de perto. A Anvisa alegou, no entanto, que o Instituto Butantan não mandou dados importantes sobre a vacina, como informações sobre anticorpos gerados no período 3 do estudo, quando testa-se o imunizante amplamente. — A recomendação da área técnica é que, tendo em vista o cenário da pandemia, a ampliação do número de casos e a ausência de opções terapêuticas, que é uma situação de muito nervosismo quanto aos insumos, a agência recomenda a aprovação da utilização emergencial condicionada ao monitoramento e acompanhamento próximo das incertezas — alegou Gustavo Mendes, administradora de remédios da Anvisa. Entre as «incertezas» assinaladas, a área técnica realçou: a duração da proteção proporcionada pela vacina, seu conseqüência em idosos e outros grupos específicos, como pessoas com comorbidades. Também não pode ser avaliada a efetividade da vacina em pessoas que já tiveram a enfermidade.A reportagem contactou o Butantan mas ainda não teve regresso sobre as ponderações da Anvisa sobre a CoronaVac. Na apresentação, o estatístico da Anvisa indicou que o dado de 50,4% exibido pela agência é um valor arredondado: o resultado exato foi de 50,39%. Os dados incluem os voluntários do teste clínico que contraíram a enfermidade, mas tiveram casos leves, o que mostra que o imunizante é capaz de proteger contra maneiras graves da Covid-19. A vacina supera o índice recomendado pela Organização Mundial de Saúde . A expectativa é que a sessão, começada às 10h10m, dure cerca de cinco horas, segundo a Anvisa. O primeiro passo é justamente a apresentação pelas áreas técnicas da agência de pareceres sobre os pedidos da Fiocruz e do Instituto Butantan para seus imunizantes. Após a apresentação da área técnica, a relatora do assunto, diretora Meiruze Freitas vai ler seu voto. Em seguida, os outros quatro diretores da agência vão votar sobre o assunto. Antes do começo dos trabalhos, o presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, se solidarizou com as famílias que perderam entes durante a pandemia e defendeu uma mudança de conduta da sociedade para lutar a pandemia. No começo da pandemia, Barra foi criticado por participar de aglomerações ao lado do presidente Jair Bolsonaro. — O opositor é um só. a nossa melhor possibilidade nesse combate passa obrigatoriamente pela mudança de conduta social sem a qual, vai alcançar-se o triunfo mesmo com a vacina, não — declarou Barra Torres.— Por unanimidade, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou neste domingo a autorização para utilização emergencial de duas vacinas contra Covid-19 no Brasil. Todos os cinco integrantes da Diretoria Colegiada do órgão votaram em defesa da aplicação dos fármacos. Com a resolução da Anvisa, a vacina de Oxford, desenvolvida pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford e a capitaneada pela Fiocruz, e a CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório de China Sinovac, poderão ser aplicadas em grupos específicos a partir do momento que os laboratórios produtores forem comunicados da resolução. Acompanhe ao vivo: Relatora dos dois pedidos de autorização, feitos pela Fiocruz e pelo Butantan, a diretora Meiruze Freitas foi a primeira a votar e foi em defesa do utilização emergencial das duas vacinas. Os diretores Romisom Mota e Alex Campos acompanharam o voto da relatora. Ao proferir o voto, a relatora pediu aplausos aos servidores do órgão. — Guiada pela ciência e pelos dados, a equipe de servidores da Anvisa deduziu que as vantagens da vacina superam seus riscos — declarou a diretora, antes de aplaudir o trabalho realizado pela equipe técnica da Anvisa. A diretora alegou que ainda há incertezas que devem ser ressalvadas, mas frisou que as vantagens dos fármacos superam os riscos. — Ressalvadas algumas incertezas ainda existentes, os beneficios conhecidos e potenciais das dus candidastas superam os riscos conhecidos de cada uma delas. Entretanto, ambas atendem aos criterios de característica para utilização emergencial — afrimou a diretora. Antes de exibi o parecer, a relatora realçou que ainda não existe um tratamento contra a Covid-19. A avaliação contraria declarações do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e do presidente Jair Bolsonaro, que recomendam utilização de remédios sem comprovação científica para lutar a enfermidade. — A pandemia provocada pelo Sars-Cov desafia a saúde mundial. Nosso pais atualmente responde por 10% do total das mortes observadas no mundo. Até o momento, não contamos com opção terapêutica para tratar o coronavírus. Assim, compete a cada um de nós em sua esfera de atuação tomar toda as medidas ao nosso alcance para no menor tempo diminuir impacto sobre a vida no nosso país — disse a diretora. Em seu parecer, a diretora defendeu a vacinação como maneira de proteger a população e declarou que o imunizante é uma questão de segurança nacional. — A vacinação contra Covid-19 auxiliará de forma determinante a proteção individual e coletiva. Realça-se a personalidade estratégica de vacinação no profissionais de saúde. O acesso à vacina é questão de segurança nacional. Ao acompanhar a relatora, Mota realçou que as vacinas são a melhor maneira de prevenir enfermidades infecciosas: — As vacinas são a maneira mais eficaz de prevenir enfermidades infecciosas, resgatando milhões de vidas em todo mundo. Além de Meiruze, Mota e Campos, dois diretores da agência vão votar sobre o assunto: Antonio Barra e Cristiane Jourdan. Para serem aprovados, os pedidos precisam obter maioria simples na diretoria, já alcançada nos três votos proferidos até a tarde deste domingo. Mais cedo, a área técnica da agência recomendou a aprovação da utilização emergencial das duas vacinas realçando a necessidade de acompanhamento próximo dos imunizantes. A licença aa utilização emergencial das vacinas passa a valer assim que os laboratórios forem comunicados, o que deve acontecer logo após o fim da reunião deste domingo. A autorização emergencial de utilização permite a imunização somente em grupos pré-definidos nos estudos entregues à Anvisa. Para comercialização do imunizante e extensa vacinação sem necessidade de especificação de grupos é preciso obter o registro final da vacina. A agência confirmou a efetividade mundial da vacina de Oxford em 70,42%. A área técnica também confirmou a efetividade mundial da CoronaVac, em 50,4%, e realçou que o imunizante tem que ser monitorado de perto. A Anvisa alegou, no entanto, que o Instituto Butantan não mandou dados importantes sobre a vacina, como informações sobre anticorpos gerados no período 3 do estudo, quando se testa o imunizante amplamente. — A recomendação da área técnica é que, tendo em vista o cenário da pandemia, a ampliação do número de casos e a ausência de opções terapêuticas, que é uma situação de muito nervosismo quanto aos insumos, a agência recomenda a aprovação da utilização emergencial condicionada ao monitoramento e acompanhamento próximo das incertezas — alegou Gustavo Mendes, administradora de remédios da Anvisa. Entre as «incertezas» assinaladas, a área técnica realçou: a duração da proteção proporcionada pela vacina, seu conseqüência em idosos e outros grupos específicos, como pessoas com comorbidades. Também não pode ser avaliada a efetividade da vacina em pessoas que já tiveram a enfermidade.A reportagem contactou o Butantan mas ainda não teve regresso sobre as ponderações da Anvisa sobre a CoronaVac. Na apresentação, o estatístico da Anvisa indicou que o dado de 50,4% exibido pela agência é um valor arredondado: o resultado exato foi de 50,39%. Os dados incluem os voluntários do teste clínico que contraíram a enfermidade, mas tiveram casos leves, o que mostra que o imunizante é capaz de proteger contra maneiras graves da Covid-19. A vacina supera o índice recomendado pela Organização Mundial de Saúde . A expectativa é que a sessão, começada às 10h10m, dure cerca de cinco horas, segundo a Anvisa. O primeiro passo é justamente a apresentação pelas áreas técnicas da agência de pareceres sobre os pedidos da Fiocruz e do Instituto Butantan para seus imunizantes. Após a apresentação da área técnica, a relatora do assunto, diretora Meiruze Freitas vai ler seu voto. Em seguida, os outros quatro diretores da agência vão votar sobre o assunto. Antes do começo dos trabalhos, o presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, se solidarizou com as famílias que perderam entes durante a pandemia e defendeu uma mudança de conduta da sociedade para lutar a pandemia. No começo da pandemia, Barra foi criticado por participar de aglomerações ao lado do presidente Jair Bolsonaro. — O opositor é um só. a nossa melhor possibilidade nesse combate passa obrigatoriamente pela mudança de conduta social sem a qual, vai alcançar-se o triunfo mesmo com a vacina, não — declarou Barra Torres.

Na quarta-feira 30 de dezembro – O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal , conservou em forcita por prazo indeterminado uma lei editada em fevereiro com regras de enfrentamento à pandemia da Covid-19. A regra fixa prazo de 72 horas para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária se demonstrar sobre distribuição de “quaisquer materiais, remédios, equipamentos e insumos da área de saúde registrados por autoridade sanitária estrangeira e autorizados à distribuição comercial em seus respectivos países”. Caso o órgão não de demonstre, a autorização provisória era concedida automaticamente. O entendimento podia ser utilizado inclusive para vacinas. Conselho: ‘Corremos o risco real de termos vacina e não termos agulhas e seringa’, declarava Conselho de Secretários de Saúde A lei também considerava compulsório “conservar boca e nariz cobertos por máscara de proteção individual” para circulação em espaços públicos e privados acessíveis ao público, em vias públicas e em transportes públicos coletivos». A lei aprovada no Congresso era um dos principais instrumentos usados por autoridades para pressionar a Anvisa a agilizar o registro de vacinas, e já foi evocada diversas vezes por governadores dos estados nos debates sobre a aprovação do imunizante no país. Argentina: Agência de saúde da Argentina aprovava utilização da vacina da AstraZeneca Com a politização da vacina devido à disputa entre o governo federal e o governador do estado de São Paulo, João Doria , a rnormapassou a ser vista como uma ferramenta para obter o registro da CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório cde ChinaSinovac, caso a plicençanão fosse concedida pela Anvisa com crapidez A lei 13.979 tratava, entre outros pontos, do registro de vacinas e tem sua vigência vinculada ao decreto que estabelecia o estado de tragédia até 31 de dezembro. Ou seja, a legislação perderia a validade nesta quinta-feira. Faz 10 meses, em uma ação, a Rede Sustentabilidade pediu a prorrogação em a regra, mas o ministro a estendeu de maneira indefinida. Anvisa: Anvisa modificava exigências para utilização emergencial da vacina contra Covid-19 Sputnik V: Sputnik V: Farmacêutica pedia autorização à Anvisa para icomeçartestes clínicos no Brasil

O Ministério da Saúde, no Brasil, corresponde ao setor governamental culpado pela gestão e manutenção da Saúde pública do país.

CoronaVac é uma vacina contra a COVID-19 desenvolvida pela empresa biofarmacêutica de China Sinovac Biotech em parceria com o Instituto Butantan.

A Anvisa também aprovou neste domingo a utilização emergencial do imunizante desenvolvido pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford e a capitaneada aqui pela Fiocruz. No entanto, ainda não há doses disponíveis para utilização no Brasil.

O Instituto Butantan, em parceria com a farmacêutica de China Sinovac, produz o imunizante CoronaVac. A outra vacina analisada pela Anvisa neste domingo é a produzida pela Fundação Oswaldo Cruz, em parceria com a companhia AstraZeneca e a universidade de Oxford.

Se o divulgou a seguir uma lista com tudo o que já se sabe, e o que ainda não sobre a vacinação em o país.

Segundo o plano de imunização divulgado pelo Ministério da Saúde, estão incluídos no primeiro período os trabalhadores da área da saúde, pessoas acima de 75 anos, pessoas de 60 anos ou mais institucionalizadas e indígenas. Se o divulgou não ainda quais de esses grupos serão priorizados para receber as primeiras doses disponíveis que são em este primeiro momento ., poucas neste primeiro momento.

O período 2 admira pessoas acima de 60 anos. No período 3, estão incluídos indivíduos com comorbidades como diabetes, hipertensão enfermidade renal, enfermidades cardiovasculares e cerebrovascularas, anemia falciforme, câncer, obesidade grave e que tenham recebido transplante de órgão sólido. Hipertensão é enfermidade pulmonar obstrutiva crônica. O período 4 inclui professores, forças de Segurança e Salvamento e funcionários do sistema prisional. Povos e comunidades tradicionais ribeirinhas e quilombolas, pessoas com deficiência permanente severa e a população privada de liberdade também estão incluídas no plano como grupos prioritários, mas o Ministério da Saúde não especificou em qual período.

Essas informações devem variar em cada estado ou município, e ainda não foram divulgadas.

No Rio de Janeiro, o governo estadual planeja usar 1.500 postos de saúde e hospitais de vacina no estado. Dependendo da procura, podem ser criados outros 3 mil pontos improvisados, em centros comerciais, escolas e quartel do Corpo dos Bombeiros. No caso dos idosos em asilos e da população indígena e quilombola, o planejamento é levar a vacina até eles com equipes da saúde da família. Nos outros grupos de idosos, o plano é separar dias específicos somente para idosos comparecerem em postos de saúde.

O Ministério da Saúde afirmou que, para acompanhamento em tempo real da situação vacinal de cada cidadão brasileiro, disponibilizou o aplicativo Conecte SUS. Por ele, cada dose aplicada será registrada na carteira digital de vacinação do usuário, identificado por meio do CPF ou do Cartão Nacional de Saúde. Também serão registrados o espécie de vacina, seu lote de fabricação e a data em que foi tomada a dose. No entanto, a falta do cadastro não impede que a pessoa seja vacinada. As pessoas que ainda não estejam cadastradas poderão ser registradas pelo profissional de saúde no momento do atendimento, utilizando o CPF ou o Cartão Nacional de Saúde.

O registro dos vacinados e controle das carteiras de vacinação cabem aos municípios. O estado de São Paulo arremessou o site «Vacina Já» para acelerar a campanha de vacinação. Nele, todas as pessoas adequadas a receber a vacina do Instituto Butantan podem fazer um pré-cadastro, que não é um agendamento, mas, segundo o governo estadual, garantirá um atendimento mais rápido nos locais de vacinação. Quem não conseguir fazer o pré-cadastro também poderá se vacinar sem ele.

Não foi especificado quais documentos serão necessários.

O Ministério da Saúde informou que indivíduos com comorbidades serão pré-cadastrados no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações . Aqueles que não tiverem sido pré-cadastrados poderão exibi um comprovante que prove o pertencimento a um dos grupos de risco, como exames, receitas ou relatório médico, no momento da vacinação.

A utilização emergencial aprovada pela Anvisa corresponde a 6 milhões de doses da CoronaVac importadas da China e outros 2 milhões de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca que devem ser trazidas da Índia – a importação enfrenta obstáculos. Neste primeiro momento, o país tem disponíveis para uso apenas as doses da CoronaVac, que permitem a vacinação de 3 milhões de pessoas, já que cada uma precisa receber duas doses.

Sim. Nesta segunda-feira , o governo de São Paulo requereu uma nova autorização para a utilização emergencial das doses de CoronaVac produzidas no Brasil pelo Instituto Butantan. O novo pedido inclui um novo lote já pronto de 4,8 milhões de vacinas.

Foram divididas 6 milhões de doses entre os estados, de acordo com a população de cada unidade federativa. Com isso, 1,5 milhão, proporção que pertence a São Paulo, ficaram no estado. Já Roraima vai receber o menor aporte, com 10.360. O Rio de Janeiro, por sua vez, vai ter 487.420 unidades da vacina.

As doses estão sendo distribuídas nesta segunda-feira pelo território nacional através de aeronaves da Força Aérea Brasileira e das empresas aéreas Gol, Latam, Voepass e Azul. Após a entrega, vai caber aos governos estaduais a logística para distribuição pelos municípios.

Sim. O Ministério da Saúde coordena a vacinação nacional por meio do Sistema Único de Saúde e , portanto , não vai ter preço para a população.

Não. A aprovação para utilização emergencial concedida pela Anvisa no domingo autoriza somente a rede pública a adquiri vacinas e fazer aplicações.

Ainda não há previsão para a chegada das 2 milhões de doses do imunizante de Oxford/AstraZeneca importadas indiana. A utilização emergencial da fórmula também recebeu aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária , mas depende da liberação do governo de India para chegar ao Brasil.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: Brazil, India, China

Cities: Sao Paulo

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Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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