Por: SentiLecto

37 plataformas e redes de 19 países reivindicam Estados fortes, que organizações da sociedade civil pedem para ser reconhecidas como agentes sociais imprescindíveis dentro do complicado contexto da pandemia causda pelo novo coronavírus, que garantam direitos humanos

Para o Secretário de Estado para a Igualdade e Participação Cidadã do Governo de Andorra, Marc Pons, é preciso facilitar processos participativos que permitam um efeito em políticas públicas e de maneiras direta e indireta

Andorra-a-Velha, 29 de setembro de 2020. Um total de 37 plataformas e redes ibero-americanas da sociedade civil de 19 países participou nesta segunda e terça-feira do XIII Encontro Cívico Ibero-americano, que foi presidido por Andorra e contou com o suporte da Comunidade Autônoma de Espanha de Extremadura e do Governo da Espanha.

Se realiza o acontecimento que instituiu durante esses dias um espaço virtual de encontro para a sociedade civil ibero-americana,, desde 2005 como parte de as atividades preparatórias para as Cúpulas Ibero-americanas de Chefes de Estado e de Governo. E, nesta edição, a criação de um novo convênio social, a inovação e o meio ambiente foram os pontos-chave incluídos na Declaração final aprovada nesta terça-feira.

Na sua vez, entre os pontos destacados da declaração, segundo Calvó, está o facto que se “pusesse em cima da mesa” dois aspetos que frequentemente se trabalham por separado, como são as mudanças climáticas e a biodiversidade. “Penso que é um elemento inovador a nível internacional tratar estes dois assuntos de forma conjunta”, destaca.

Em 1 ano, exibirá se este documento que aporta a contribuição de a sociedade civil para a tomada de resoluções por parte dos líderes políticos de a região, em Andorra, durante a XXVII Cúpula Ibero-Americana de Chefes de Estado e Governo cujo lema é, » Inovação para o desenvolvimento sustentável – Objetivo 2030. Ibero-América diante do desafio do coronavírus”.

Diante da inédita crise mundial provocada pela pandemia de Covid-19, enfermidade provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, as redes e plataformas que participaram do encontro evidenciaram a necessidade e a urgência da criação de um novo convênio social em âmbito internacional, baseado na consolidação de um ambiente que favoreça o desenvolvimento de diferentes papéis, da liderança e da inovação das organizações sociais, já que o modelo atual, em forcita há mais de 200 anos, se mostrou antiquado e insuficiente para garantir um sistema de proteção social que garanta saúde, educação, emprego,  paz, segurança e igualdade.

Essas organizações defenderam que seu papel na ajudinha às populações vulneráveis dentro do contexto da pandemia está sendo fundamental. Também criticaram a pouca disposição para o diálogo por parte dos governos na hora de abordar de maneira colaborativa as as respostas à pandemia, e pretendem ser reconhecidas como agentes sociais e políticos fundamentais neste cenário complicado.

Como premissa para um novo convênio social, a Declaração Final do encontro cívico sublinha a necessidade de se contar com Estados fortes, que garantam os direitos humanos dos cidadãos, colocando as pessoas como prioridade, e não a economia, e estabelecendo normas distributivas para diminuir as enormes brechas entre ricos e pobres.

Nesse sentido, é preciso que os Estados sejam mais democráticos e participativos, com políticas sociais inclusivas, e que progridam na universalização dos sistemas de proteção, saúde além de instituírem um novo Pacto Social Educacional e se comprometerem a conservar um diálogo aberto e profundo com os atores da sociedade civil coordenada para a construção conjunta de políticas públicas. Saúde é igualdade de gênero.

Indica que tem sido “inovador” tratar de forma conjunta as mudanças climáticas e biodiversidade.

Realizada na terça-feira, a cerimônia de fechamento do encontro contou com a participação da Secretária Geral Ibero-americana, Rebeca Grynspan; do Presidente da Extremadura, Guillermo Fernández Vara; do Secretário de Estado para a Igualdade e Participação Cidadã do Governo de Andorra, Marc Pons; e da diretora de Cooperação com a América Latina e o Caribe da Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento , Carmen Castiella.

Em representação do principado europeu, Pons realçou a participação no encontro de duas organizações de seu país no encontro .

“O desafio é complicado, e temos muitos aspectos a melhorar, mas tenho a convicção de que exclusivamente facilitando processos participativos que permitam influenciar direta e indiretamente nas políticas públicas por meio da observação, deliberação e consenso social, poderemos andar para uma mudanças consensual que seja sustentável e não deixe ninguém para trás”, adicionou Pons.

Mais Informações:

Fundação Cúpula Ibero-americana

Fonte: EfeGeneric

Sentiment score: POSITIVE

Countries: Brazil

Cities: Americana

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>XIII Encontro Cívico Ibero-americano vai transmitir urgência de novo convênio social a Cúpula de Chefes de Estado e de Governo
>>>>>Silvia Calvó reivindica que a declaração dos ministros ibero-americanos é “uma agenda muito operacional” – October 01, 2020 (EfeGeneric)

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