Por: SentiLecto

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Parece foi há muito tempo, mas Faz 4 meses, o mundo só tomou conhecimento de o novo passado.

Apesar dos esforços de cientistas em todo o mundo, ainda há muito que não entendemos sobre ele e, agora, todos de certa forma fazemos parte de um experimento em todo o planeta na busca por essas respostas.

Aqui estão algumas das principais questões pendentes.

É uma das questões mais básicas, mas também uma das mais cruciais.

Há mais de um milhão de casos confirmados em todo o mundo, mas isso é somente uma fração do total de infecções. E os números são ainda mais perplexos por causa do contingente ainda desconhecido de casos assintomáticos — pessoas que têm o vírus, mas não se sentar-se doentes.

Os testes que detectam anticorpos vão permitir aos pesquisadores saber se alguém já teve o vírus. Somente então compreenderemos quão longe ou quão facilmente o coronavírus está se disseminando.

Até sabermos quantos casos houve, é inimaginável ter certeza da taxa de letalidade.

A Organização Mundial da Saúde assinala que 3,4% das pessoas contagiadas pelo vírus falecem, mas há cientistas que estimam que esse índice gire em torno de 1%.

Mas, se houver um grande número de pacientes assintomáticos, a taxa pode ser ainda menor.

Os principais sintomas do coronavírus são febre e tosse seca. Se os relataram dor de garganta, dor de cabeça e diarreia também em alguns casos, e há indícios crescentes de que alguns perdem o olfato.

Mas a questão mais importante é se sintomas leves da gripe, como coriza ou espirros, estão presentes em alguns pacientes.

Galiatsatos, da Universidade Johns Hopkins explica: «O que mais nos inquieta é que esses receptores ACE2 estão presentes também nas células dos alvéolos, os delicados sacos de ar nos pulmões onde acontecem as trocas de gases».

Estudos assinalam que essa é uma chance e que, assim, pessoas estariam contagiadas pelo novo coronavírus sem saber disso.

As crianças podem definitivamente pegar o coronavírus. No entanto, em geral desenvolvem sintomas leves, e há relativamente poucas mortes entre crianças em comparação com outras faixas etárias.

As crianças normalmente são superdisseminadoras de enfermidades, em parte porque entram em contato com muitas pessoas , mas, com esse vírus, não está claro até que ponto elas auxiliam a espalhá-lo.

O novo coronavírus surgiu em Wuhan, na China, no final de 2019, onde havia um conjunto de casos com origem relacionada a um mercado de animais.

Faz 1 ano, Borio abdicou a a posição de assessora de a Casa Branca, mas nega ter feito isso por causa de mudanças internas. Ela afirma que ficou tentada por uma chance em trabalhar para a In-Q-Tel, uma emcompanhiae investimento estratégico em tecnologia de ponta para defesa e segurança nacional.Já no pronunciamento desta noite, Bolsonaro reconheceu que «o vírus é uma realidade e ainda não existe contra ele vacina ou medicamento com eficiência cientificamente comprovada». Ainda assim, ele voltou a exaltar os supostos vantagens da hidroxicloroquina no tratamento da covid-19, declarando a substância «parecer muito eficaz» para esse fim.

Oficialmente chamado Sars-Cov-2, ele está intimamente ligado a vírus que contagiam morcegos, no entanto, acredita-se que tenha sido passado de morcegos para uma espécie animal misteriosa, que depois o transmitiu às pessoas.

Esse «elo perdido» permanece desconhecido e pode ser uma fonte de mais infecções.

Gripes e resfriados são mais habituais nos meses de inverno do que no verão, mas ainda não se sabe se o clima mais quente modificará a propagação do vírus.

Os consultores científicos do governo do Reino Unido advertiram que se vai haver um conseqüência sazonal, não está claro. Eles acham que é provável que seja menor do que o de resfriados e gripes, se houver.

Há o risco de eles voltarem a ampliar no inverno, quando as clínicas também vão precisar lidar com um fluxo de pacientes gerado por enfermidades habituais do inverno, se houver um grande declínio dos casos do novo coronavírus durante o verão.

A covid-19 é uma infecção leve para a maioria das pessoas. No entanto, cerca de 20% desenvolvem formas mais graves, mas por quê?

O estado do sistema imunológico de uma pessoa parece ser parte do problema, e também pode haver algum fator genético. Entender isso pode levar a formas de impedir que as pessoas precisem de cuidados intensivos.

Tem havido muita especulação, mas poucas evidências de quão durável é qualquer imunidade ao vírus.

Os pacientes têm que construir uma resposta imune, se conseguirem lutar o vírus com êxito.

Mas, como a enfermidade existe há somente alguns meses, faltam dados mais robustos.

Contagiaram-se os pacientes que aparentemente duas vezes podem ter sido testados erroneamente, o que assinalaria erroneamente que estavam livres de o vírus.

Renato Astray, pesquisador do Instituto Butantan explica: «Os macrófagos atuam como uma ponte entre as duas respostas imunes».

A questão da imunidade é vital para compreender o que ocorrerá a longo prazo.

Vírus padecem mutação o tempo todo, mas a maioria das mudanças em seu código genético não faz uma diferença expressiva.

Como norma geral, você espera que os vírus evoluam para ser menos fatais a longo prazo, mas isso se o garante não .

A preocupação é que, deixará de funcionar , se o vírus padecer mutação, o sistema imunológico não o vai reconhecer mais, e uma vacina específica.

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Final de YouTube post de BBC News Brasil

Final de YouTube post 3 de BBC News Brasil

Fonte: BBCBrasil-pt

Sentiment score: NEUTRAL

Countries: China, United Kingdom

Cities: Wuhan

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>9 coisas que os cientistas ainda não sabem sobre o coronavírus
>>>>>Por que o novo coronavírus consegue se propagar com tanta eficiência – (BBCBrasil-pt)
>>>>>Governos precisam levar coronavírus ‘a sério’, diz brasileira ex-assessora de Trump – (BBCBrasil-pt)
>>>>>Bolsonaro modera o tom e prega «união» em pronunciamento nacional sobre coronavírus – (BBCBrasil-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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