Por: SentiLecto

– Paulo Guedes alegou nesta segunda-feira que a assistência a Estados e municípios num modelo de compensação por perda de receitas com impostos seria uma irresponsabilidade e um cheque em branco. Paulo Guedes é o ministro da Economia. Em mensagem encaminhada a jornalistas, Guedes alegou que essa espécie de dispositivo geraria uma negligência na administração das arrecadações estaduais e municipais, já que toda perda seria compensada pela União –ou seja, pelos contribuintes–, de forma a conservar o nível de arrecadação do ano passado. «Estados e municípios nada perdem em conceder vantagens fiscais e diferimentos sem qualquer cuidado», argumentou ele. Alegou: «A ilustração deste projeto é bastante arriscado, é um cheque em branco para governadores e prefeitos fazerem uma administração negligenciada, levando todo ônus para o contribuinte, justamente no momento em que mais precisamos da boa administração para proteger os mais vulneráveis». O presidente da Câmara, Rodrigo Maia , declarou há pouco que pretende votar ainda nesta segunda-feira uma nova versão do chamado Plano Mansueto, praticamente restringida à instituição de um seguro-garantia de arrecadação para os entes. Maia estimou o efeito do plano em 80 bilhões de reais. Guedes, por sua vez, defendeu que haja assistência a Estados e municípios, mas no formato de valor fixo, com forma de rateio baseada no peso de arrecadação de cada ente ou no critério populacional.

– Rodrigo Maia alegou nesta quinta-feira que quando critica o chamado plano Mansueto light em debate na Casa para garantir recursos a Estados e municípios em meio na forte queda de receita devido na epidemia do coronavírus, a equipe do governo mescla recursos. Rodrigo Maia é o presidente da Câmara dos Deputados.ainda que a Câmara não deseja fazer parte de uma disputa entre o presidente Jair Bolsonaro e governadores do Sudeste, que estaria, aia declarou por trás das resistências da equipe econômica à proposta em negociação na Casa.- Rodrigo Maia alegou nesta segunda-feira que o texto do projeto conhecido como Manuseto light vai ter como foco compensações aos Estados e municípios diante da queda da arrecadação por conta da crise do coronavírus. Rodrigo Maia é o presidente da Câmara dos Deputados. Vai deixar-se a previsão de novos empréstimos segundo o deputado, a os entes de a Federação de lado. Maia em live coordenada pela Federação Brasileira de Bancos declarou: «Eu espero que a gente possa progredir primeiro no assunto dos governadores e dos prefeitos, garantindo um seguro da recomposição nominal da arrecadação deles». «A questão dos empréstimos aos Estados e municípios, nós tiraremos porque gerou muita polêmica.» – O presidente Jair Bolsonaro tem a liberdade e a prerrogativa de utilizar os recursos do fundo eleitoral para lutar a pandemia de coronavírus no país se compreender que isso é necessário, declarou nesta quinta-feira o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia em entrevista à Rádio Tupi, do Rio de Janeiro. De acordo com Maia, se Bolsonaro decidir recorrer ao dinheiro do fundo eleitoral, a questão sobre o financiamento das campanhas municipais será feito no momento em que chegar a votação. «É claro que o presidente, se ele compreender que deve utilizar o dinheiro do fundo eleitoral, é óbvio que ele deve, pode e vai utilizar esse dinheiro. Agora, essa prerrogativa é dele e ele tem toda a liberdade», declarou o presidente da Câmara. «A nossa previsão é que o governo gastará 600, 700 bilhões de reais. Dentro desses recursos, estão todos os fundos. Se o governo compreender que ele precisa do fundo eleitoral, certamente ele utiliza», adicionou. Faz 10 meses, Maia também declarou vai ser necessário protelar a escolha de prefeitos e vereadores, marcada para outubro, mas se colocou contra deixar o pleito para o ano que vem, prorrogando os mandatos atuais. «Todos esses fundos, cujos recursos estão parados e que não vão ser usados agora, é claro que o governo pode utilizar os recursos e na hora da votação a gente debate como é que se resolve a votação. A primeira prioridade é sempre resolver as vidas», assegurou.

No domingo 29 de março – O ministro da Economia, Paulo Guedes, alegou que o corte salarial do funcionalismo público durante a crise gerada pelo coronavírus não é uma ideia que lhe atrai, defendendo no lugar da iniciativa um eventual congelamento da remuneração dos servidores. Ao participar de mesa redonda virtual com executivos da XP nesta noite, o ministro também recusou possível ampliação de impostos das maiores companhias da país para ampliar a arrecadação do governo. Declarou: «Eu achava que num momento de emergência você tirar dinheiro de circulação, seja do funcionário público, seja das companhias, não achava que era momento de fazer isso». Em relação ao funcionalismo, Guedes alegou preferir trocar uma investida dessa natureza por um congelamento salarial, frear ampliações por «dois, três, quatro anos». Declarou: » achava mais construtivo que tentar tirar poder de compra «. A diminuição de até 20% nos salários dos servidores que têm vencimentos maiores, entre elas parlamentares, tem sido defendida pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia , como uma medida para liberar recursos para a guerrazinha à pandemia de coronavírus e como um gesto simbólico durante a crise. A proposta, no entanto, não era bastante popular entre deputados e sua defesa por Maia gerou mal-estar no Congresso.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Modelo de compensação a Estados por perda de imposto é irresponsabilidade e cheque em branco, declara Guedes
>>>>>Maia reclama que equipe econômica mistura recursos quando critica plano Mansueto light – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Manuseto light irá focar em ‘seguro’ a Estados e municípios, diz Maia – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Bolsonaro tem prerrogativa de usar fundo eleitoral em combate à pandemia, diz Maia – (Extraoglobo-pt)

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