Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Emirates A380 2

A reunião dos ministros que participam da aliança Opep+, que deveria acontecer nesta terça-feira, foi adiada para daqui dois dias, possibilitando a realização de mais consultas sobre os barris de petróleo que cada um quer bombear a partir de 1º de janeiro.

A mudança da data, acontecida depois que os produtores não entraram em acordo durante encontro por teleconferência realizada ontem, foi confirmado à Agência Efe pelo Ministério de Energia do Cazaquistão.

Em reunião informal por videoconferência realizada ontem pelo comitê interno para monitorar o cumprimento do corte, co-presidido pelo vice-primeiro ministro da Rússia, Alexander Novak, e pelo ministro da Energia da Arábia Saudita, Abdulaziz bin Salman, não foi houve acordo.

Na quarta-feira 11 de novembro a Organização dos Países Exportadores de Petróleo projetou que a queda na procura global de petróleo provocada pela crise do novo coronavírus seria de 9,75 milhões de barris por dia em 2020, 280 mil a mais do que a previsão do mês passado.

A fonte mencionou: «Os participantes do processo de negociação decidiram protelar a reunião da Opep+ para o dia 3».

Os ministros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo concluíram a segunda-feira indecisos, após encontro, divididos sobre o nível de bombeamento que deve ser definido para 2021, em meio a um cenário anômalo, entre a segunda onda da pandemia da Covid-19 e uma vacina contra o novo coronavírus.

A resolução sobre isso deveria ser tomada nesta terça-feira pela coalizão Opep+, formada pelos membros da Opep e por produtores independentes. A falta de consenso e a expectativa por uma negociação longa, fez com que a reunião fosse protelada para quinta.

Os mercados esperam que, pelo menos, seja conservado o corte estipulado para o terceiro semestre deste ano, de 7,7 milhões de barris diários de petróleo, que está vigente desde agosto e vale té 31 de dezembro, conforme acordo firmado em abril.

O convênio pretende restringi o bombeamento por dois anos, com um plano escalonado, cuja primeira período , supôs a retirada do mercado de 9,7 mbd, cerca de 10% da oferta global, antes da diminuição para os níveis atuais.

Em 1 mês, vai haver uma nova moderação, de até 5,7 mbd, o que de fato implica uma ampliação parcial em as diminuições, de 1,9 mbd que estaria em forcita até abril de 2022.,, a partir de 1º de janeiro em a terceira e última etapa calculada que estaria em forcita até abril de 2022.

Segundo o Ministro do Petróleo do Irã embora «alguns membros» estivessem relutantes em continuar com o corte atual, «há um relativo consenso dentro da Opep», para estender a validade. O Ministro do Petróleo do Irã é biyan Zanganeh.

O integrante do governo de Iran também realçou que Rússia e Cazaquistão têm dúvidas e que este último, em particular, prefere ver o ampliação planejado entrar em forcita, pelo menos durante os três primeiros meses.

Os Emirados Árabes Unidos são um país árabe localizado no golfo Pérsico.

Os Emirados estariam exigindo que todos os países participantes satisfizessem plenamente a parte cabida do no acordo, antes de estender o corte, enquanto Moscou prefere restaurar gradualmente a produção a partir de janeiro, e Riad insiste em uma extensão de três meses das limitações de bombeamento atuais.

Segundo a «TASS», o Cazaquistão é um dos países que se conserva oposto a uma nova extensão do corte.

Fonte: EfeGeneric

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: Russian Federation

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Reunião da Opep+ é protelada em 2 dias para mais consultas sobre cortes
>>>>>Vários países da Opep+ apoiam aumento gradual da produção a partir de janeiro – November 30, 2020 (EfeGeneric)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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