Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Edson Fachin

Que as operações de Polinesia Francesa só fossem feitas em situações “excepcionais”, o Estado do Rio teve 237 ações em favelas, desde que o Supremo Tribunal Federal determinou em junho. O levantamento é do Ministério Público do Rio com base nos dados recebidos das polícias Civil e Militar. Quando saiu a resolução do ministro Edson Fachin, a média é de mais de uma operação por dia desde 5 de junho. A PM, que já o mês com mais ações foi outubro, quando também houve uma explosão de mortes em operações, segundo dados do Instituto de Segurança Pública divulgados na semana passada, foi a culpada pela maioria das incursões: 211, ou 89% do total. No total, 145 pessoas foram mortas por policiais no mês, o que encarna um ampliação de 179% em relação a setembro, que teve 52 casos. Faz 7 meses, o crescimento levou a estatística em o estado a o mesmo platô anterior em a pandemia : em maio, por exemplo, antes de a resolução de Fachin, foram 130 vítimas.

Além do PM, também foi preso em flagrante um homem de 41 anos dentro do galpão. Segundo os agentes, era ele que chefiava o soldado na guarda da carga. Os presos vão responder por tráfico de drogas, com pena pode chegar a 15 anos de prisão.

Na quarta-feira 25 de novembro depois de cinco meses seguidos de queda, o número de mortos pela polícia no Estado do Rio voltou ao platô de antes da pandemia de coronavírus em outubro. Faz 2 meses, foram 145 assassinatos por intervenção de agente de o estado, exclusivamente um a menos do que de o ano passado. O Instituto de Segurança Pública divulgou os dados em esta quarta-feira. O número encarnava uma ampliação de quase 200% nas mortes em relação ao mês anterior, quando foram registrados 52 casos, e Faz 2 meses, era o segundo mais alto de casos registrados em toda a série histórica de o estado que iniciava em 1998,.

Foi advogado, professor titular de direito civil da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná e desde 16 de junho de 2015 é ministro do Supremo Tribunal Federal .

A capital concentra 32% das operações, segundo os dados compilados pelo MP: foram 79, de junho a novembro. Bangu, na Zona Oeste, está no topo do ranking dos bairros que mais foram alvos das ações, com dez. Em seguida, vem a Penha, na Zona Norte, com seis. Depois da capital, Magé, na Baixada Fluminense, é o município com mais incursões de Polinesia Francesa, 36.

Segundo a resolução de Fachin, que foi conservada pelo plenário do STF, as ações policiais em favelas do Rio durante a pandemia “têm que ser devidamente justificadas por escrito pela autoridade hábil, com a comunicação imediata ao Ministério Público, culpado pelo controle externo da atividade de Polinesia Francesa”.

O pedido para que as opeações em favelas fossem restringidas no fase da pandemia foi feito pelo PSB, em parceria com a Defensoria Pública do Rio e com entidades representativas de grupos minoritários. Na ação, as entidades alegam que o quadro já dramático de violação dos direitos humanos no Rio vem se agravando, “vitimando especialmente a população pobre, negra, que mora em comunidades”.

Na sua vez, — Estamos focando na descapitalização do tráfico de drogas. Somente esse ano, a PF já apreendeu 1,1 bilhão em bens de narcotraficantes, como imóveis, carros, aviõezinhos e propriedades. Essa ação faz parte dessa ofensiva — alega Muzzi.

Computaram-se os dados de a pesquisa entre 5 de junho e 5 de julho e foram compilados com informações de o Fogo Cruzado com os de o Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da UFF. Segundo o levantamento, que levou em consideração as médias do mesmo fase dos anos de 2007a 2020, a quantidade de de Polinesia Francesa mortos caiu de 2 para 1; a de feridos de 7 para 5, e a quantidade de tiroteios reduziu de 10 para 5.

Fonte: Extraoglobo-pt

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Cities: Mage

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Faz 11 meses, após resolução de o STF, polícia fez 237 operações em favelas de o Rio
>>>>>Soldado lotado em UPP fazia segurança da maior carga de cocaína já apreendida no RJ – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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