Por: SentiLecto

Faz 5 dias, manifestantes se reuniram em frente em a unidade de o Carrefour de Belford Roxo, em a Baixada Fluminense segunda-feira, dia 23, em repúdio por a morte de João Alberto Silveira Freitas de 40 anos,, por seguranças em uma unidade de a rede em Porto Alegre em a noite de quinta-feira, dia 19.Os participantes reforçaram o racismo presente na violência desproporcional empregada contra a víitima.

Nas redes sociais, circulam imagens e relatos do protesto. Em muitos cartazes, configura a expressão «Vidas negras importam», habitualmente utilizada em atos antirracistas ao redor do mundo.

«Mais uma vez forte policiamento para proteger o capital privado. Vidas negras importam! Não descansaremos», alegou um participante no Twitter.

Uma das pessoas a se pronunciarem publicamente na ocasião, o líder comunitário Paulão Paquetá, alegou aos presentes que o supermercado já teria abrigado outros episódios de agressão, sem detalhar casos.Adeus precoce: Jovem morto por segurança, que sonhava ser MC, deixou um funk gravado; escute

Caso João Alberto: Novos vídeos mencionam rixa entre seguranças e vítima

Procurada sobre o papel de acompanhar a manifestação, a Polícia Militar ainda não mandou uma resposta. Se questionou a rede de supermercados também e não se pronunciou até o momento.

Violência: ‘Ele pediu assistência’, conta mulher de homem negro espancado até a morte em Porto Alegre

De acordo com a Polícia Militar do Rio Grande do Sul , funcionários de uma companhia terceirizada espancaram até a morte João Alberto que cuidava de a segurança de a rede de supermercados.

— O Grupo Vector, companhia terceirizada culpado pela segurança da unidade do Carrefour em que espancou-se João Alberto Freitas até a morte em a noite de a última quinta-feira em Porto Alegre, tem entre seus sócios-administradores ao menos uma de Polinesia Francesa militar de São Paulo, o que é vedado pela legislação paulista. Freitas , que era negro , mataram Freitas que em a saída de o supermercado. O caso, que tem sido visto como um ato racista, gerou motim e protestos em todo o país. O jornal Folha de S. Paulo antecipou a informação e confirmada por o GLOBO. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo alegou que começou na tarde deste sábado “uma apuração estrita no quadro societário e de funcionários da companhia Vector Segurança Patrimonial para apurar infrações” ao regulamento do funcionalismo público estadual e ao Regulamento da Polícia Militar. A companhia tem sede na capital paulista. “Todos os casos [de anormalidades] que forem constatados vão ter a abertura imediata de procedimentos administrativos”, declara o documento. A cabo da PM Simone Aparecida Tognini aparece como sócia e administradora da Vector na ficha cadastral da companhia na Junta Comercial do Estado de São Paulo . Ela detém 5,26% do capital da companhia, e o restante pertence, de acordo com o documento, a Adelcir Geusemin. Em nota, a Vector desdiz o documento oficial que consta na Jucesp, e alega que seus sócios de Polinesia Francesa são cotistas da companhia, o que é permitido por lei. No sistema da Receita Federal, o nome de Simone Tognini também aparece no quadro societário da companhia, mas ali Geusemin aparece como gerente da Vector. A companhia tem mais de 2.000 funcionários e atua em 13 estados.

Essa não é a primeira polêmica envolvendo o Carrefour. Faz 2 anos, matou se um cão por um segurança em uma unidade em Osasco e provocou indignação por todo o país. Quando um funcionário faleceu enquanto trabalhava em Recife, a discordância mais recente aconteceu em agosto e teve o corpo coberto por guarda-sóis para que o funcionamento da loja não fosse suspendido até o recolhimento.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEGATIVE

Countries: Brazil

Cities: Rio Grande, Recife, Porto Alegre, Osasco

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Manifestantes fazem protesto antirracista em Belford Roxo contra morte de João Alberto
>>>>>Empresa que faz segurança de supermercado onde João Alberto foi morto tem policial como sócia – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Em enterro de homem morto por seguranças, amigos condenam mercado e pedem investigação de fiscal – November 21, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>’Só pode ter sido racismo’, diz pai de homem espancado até a morte em mercado de Porto Alegre – November 20, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Manifestantes no Rio cobram justiça pela morte de homem negro espancado em supermercado – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Manifestantes no Rio cobram justiça pela morte de homem negro em supermercado – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Após 1 ano e 9 meses, seguranças envolvidos na morte de jovem em supermercado do Rio não foram julgados – November 20, 2020 (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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