Por: SentiLecto

– O episódio da morte de João Alberto Silveira Freitas, um homem negro de 40 anos, após espancamento por seguranças de uma unidade do supermercado Carrefour em Porto Alegre, ganhou espaço em diversos grandes jornais dos Estados Unidos, EUA e Europa.Quas e todos os veículos que noticiaram o acontecido, realçaram tanto o episódio de agressão quanto os protestos que se seguiram, depredou-se uma loja de o Carrefour sobretudo em São Paulo, onde . LEIA: Em funeral de homem negro morto por seguranças, amigos pedem inquérito de fiscal O jornal Washington Post, da capital de America, publicou duas reportagens, a primeira delas realçando o nome da vítima. «Morte de João Freitas, que outra relatava os protestos no restantes do Brasil: «Morte na vésper do Dia da Consciência Negra no Brasil desencadeia fúria», atacado por seguranças do Carrefour, enfurece o Brasil», foi intitulada uma matéria sobre o caso no Rio Grande do Sul. VEJA: ‘Conseguiram seu George Floyd’, declara Eduardo sobre homem negro assassinado em mercado ‘Conseguiram seu George Floyd’, declara Eduardo sobre homem negro assassinado em mercado A agência de notícias Bloomberg também realçou o nome da rede de supermercados no título de uma reportagem: «Brasileiros queixar-se após homem negro ser morto em loja do Carrefour». Na França, o jornal Le Monde também deu em seu material destaque ao nome da companhia, que é de origem de Francia: «Indignação no Brasil após um negro ser morto por dois agentes de segurança em um Carrefour». VEJA: ‘É uma monstruosidade’, declara filha de João Alberto sobre morte do pai após espancamento A rede de TV BBC e o jornal «Guardian», do Reino Unido, além do «El País», na Espanha, realçaram a morte os protestos, bem como a agência Deutsche Welle, da Alemanha. Tanto os veículos dos EUA quanto os europeus incluíram em seus textos comparações do acontecido no Brasil com os protestos antirracismo acontecidos nos EUA após a morte do estadunidense George Floyd, em Minneapolis, um negro que havia sido imobilizado por dois de Polinesia Francesa brancos. Washigton Post, BBC, Detsche Welle e a rádio pública de America NPR indicaram as similaridades. LEIA: Artistas pintam ‘Vidas pretas importam’ na Avenida Paulista Presidente do Grupo Carrefour se demonstra sobre morte e pede revisão de treinamento de funcionários A NPR também realçou declaração do vice-presidente Hamilton Mourão, que alegou não crer que exista racismo no Brasil. A notícia também ganhou espaço em veículos da Ásia, como a rede de TV árabe Al Jazeera, baseada no Qatar, e o jornal South China Morning Post, chino VEJA: Espancado no supermercado Carrefour de Porto Alegre, João Alberto faleceu por asfixia Em dia de protesto contra morte de homem negro, Bolsonaro declara que Brasil tem questões mais complicadas do que problemas raciais

A audiência realizada no próximo ano será sucedida pelas audiências de julgamento e a sentença de pronúncia, que confirma, caso se condene os réus, se eles vão ir ou não a júri popular. Uma vez pronunciados, vão a julgamento.A demora no processo não é de hoje. Faz 2 meses, de o ano passado o EXTRA mostrou que o TJRJ evidenciou a omissão de os réus, em setembro. Na época, não havia previsão para julgamento. Pereira, ao ser mencionado, requereu assistência da Defensoria Pública e Amâncio não havia se demonstrado.— Seu filho, João Alberto Silveira Freitas já estava na ambulância, sem vida, quando João Batista Rodrigues Freitas, de 65 anos, chegou ao supermercado Carrefour na Zona Norte de Porto Alegre na noite desta quinta-feira. Um homem negro de 40 anos, ele faleceu após ser espancado por seguranças, em um episódio que tomou as redes sociais nesta sexta-feira, Dia da Consciência Negra. — Foi uma agressão terrível. A mulher dele me ligou e eu fui para lá, mas ele já estava agonizando — alegou o pai da vítima ao GLOBO, quando cheguei ali. Enquanto a morte de seu filho se tornava mais um emblema do racismo no Brasil, ele passou as últimas horas entre a delegacia e o Instituto Médico Legal. Os vídeos que circulam em redes sociais mostram ele sendo agarrado pelas costas por um segurança e atacado por outro com diversos socos na cabeça. A agressão teria acontecido após Beto, como era conhecido, ter ameaçado uma funcionária enquanto passava as compras pelo caixa. No momento da morte, a mulher dele ainda estava dentro da unidade concluindo de pagar as compras. Beto chegou a pedir assistência, quando ela chegou, mas não resistiu às agressões. A Polícia Civil trabalha com a suposição de que ele faleceu vítima de uma parada cardíaca provocada pelo obstáculo de respirar enquanto era imobilizado pelos seguranças. O pai de João Alberto está certo de que nada justifica a reação dos seguranças, embora ainda tente compreender o que ocorreu dentro do mercado. — Eu perguntei, quando eu cheguei lá para o segurança: ele bateu em alguém, roubou alguma coisa? Ele declarou que não, que ele atacou porque atacou-se primeiro. Mas não tinha sinal de agressão, não tinha hematoma. Se é assim, eu compreendo que só pode ter sido racismo — alegou. A morte também assombrou amigos de João. A vítima costumava frequentar as partidas do São José, clube da Zona Norte de Porto Alegre. — O Beto era companheiro nosso de arquibancada, ali de São José, cara firme, cara gente boa, durão, coração mole. Ainda que a gente conheça o tratamento do pessoal no mercado, como a gente é acostumado em dia de jogo, é uma notícia que pegou todo mundo de surpresa — alegou Márcio Nobre Cardoso, auxiliar administrativo de 29 anos. Nos vídeos compartilhados nas redes sociais, uma funcionária do supermercado também aparece ao lado dos seguranças que atacam Beto. Ela aparece com um celular na mão, filmando a agressão. Se a grava posteriormente, também reclamando que testemunhas estavam filmando a agressão. Segundo João Batista, ela também faria parte da equipe de segurança do mercado. Os seguranças estão presos e responderão por homícidio por asfixia por dolo eventual. Um deles é de Polinesia Francesa militar provisória e estava fora do horário de serviço. — Eu desejo que seja feita Justiça. É nesses casos que a gente só espera que seja feita justiça, compreende? As pessoas desejam uma resposta — alega.Um grupo de manifestantes se reune em frente a uma unidade da rede de supermercados Carrefour, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, para queixar-se contra a morte de João Alberto Silveira Freitas, 40 anos, espancado até a morte em uma das lojas da rede em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, na noite desta quinta-feira . O ato iniciou por volta de 16h. Entre os participantes estão artistas como Pretinho da Serrinha, Nego do Borel, Tico Santa Cruz e Patricia Pillar.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEGATIVE

Countries: Brazil, United States, Haiti, United Kingdom, Qatar, Hong Kong

Cities: Carrefour, Sao Paulo, Rio Grande, Porto Alegre, Franca

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Morte de homem negro em supermercado de Porto Alegre tem repercussão internacional
>>>>>Após 1 ano e 9 meses, seguranças envolvidos na morte de jovem em supermercado do Rio não foram julgados – November 20, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>’Só pode ter sido racismo’, diz pai de homem espancado até a morte em mercado de Porto Alegre – November 20, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Manifestantes no Rio cobram justiça pela morte de homem negro espancado em supermercado – (Extraoglobo-pt)

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