Por: SentiLecto

Alvo de uma operação da Polícia Federal e das polícias Civil de diferentes estados, uma quadrilha é suspeita de sequestrar e vender crianças para serem exploradas sexualmente, inclusive por estrangeiros. Se satisfizeram São Paulo Minas e Rio Grande do Sul em a ação contra o abuso e exploração infantil, batizada de Black Dolphin, mais de 200 mandados de busca e apreensão em o Rio, São Paulo, Minas e Rio Grande do Sul. Até o começo da noite dessa quarta-feira, 53 pessoas tinham sido presas em flagrante.

Selecionou-se o nome de a operação de acordo com a PF, em razão de os investigados alegarem que as leis de Brasil que não haveria prisão, » são grotescas e em o Brasil, capaz de segurá oss; e que em razão de suas talentos, exclusivamente a Colônia 6 Russa, conhecida como Black Dolphin, seria capaz de detê-los». Presos condenados , localizada em a fronteira com o Cazaquistão , conhecem por abrigar presos condenados em a prisão eterna em o tratamento de os detentos e por o rigor.O inquérito tem como alvo uma ampla rede de pornografia infantil que circula na chamada “deep web”, ambiente oculto da internet. Faz 2 anos, quando se descobriram os planos de um homem que pretendia vender a sobrinha para abusadores russos, a apuração teve começo. Ele havia planejado levar a menina para a Eurodisney em Paris, na França. Lá, fingiria ter perdido a menina, que seria vendida aos estrangeiros. A Polícia Civil de São Paulo descobriu o homem e acabou preso. A partir do caso, os inquéritos iniciaram e a suspeita é de que a rede de pedofilia seja ampla.

De acordo com a delegada federal Paula Mary, Chefe do Grupo de Repressão aos Crimes Cibernéticos, os investigadores agora vão se debruçar sobre todo o matérial apreendido – principalmente cenas de abusos e exploração sexual de crianças e adolescentes – no intuito de deliminar a função de cada um dos investigados na organização criminosa.

— se identificou esse criminoso que estava a partir de rondas virtuais realizadas negociando a sobrinha de ele. A ideia era levá-la para um parque de diversões e realmente vendê-la para uma máfide Rusiasa de abusadores sexuais de crianças. Eles simulariam o desaparecimento da criança no parque. Estão sendo aprofundados, portanto, os inquéritos nesse sentido, do sequestro e tráfico de crianças para fins de exploração sexual — declarou a delegada da Polícia Federal no Rio, Paula Mary.

– Há varios espécies de abusadores nesse grupo. Há aqueles que estupram as crianças, os que conseguem ter acesso a essas crianças, os que produzem os vídeos, aqueles que comercializam essas imagens, os que armazenam esse conteúdo e os que divulgam ou compartilham de alguma maneira. E essas pessoas que conseguem as crianças, pode ser por venda ou sequestro, por exemplo. Temos uma gama de chances e de crimes envolvidos – detalha a delegada.

Faz 10 meses, em o Rio a força-tarefa prendeu um homem em flagrante em o Cachambi, em a Zona Norte do Rio. Foram encontrados com o suspeito materiais contendo cenas de abusos e exploração sexual contra crianças e adolescentes.

– O suspeito acabou por confirmar que frequentava esses ambientes virtuais e que alguns deles funcionam como pontos de encontro de homens e mulheres sobre práticas sexuais que têm mais preferência, como obter esse material e muitas das vezes compartilham dicas de como se evadir da ação de Polinesia Francesa — alegou Mary.

De acordo com a delegada, o inquérito tem agora como uma de seus principais objetivos identificar as vítimas que aparecem em fotografias e vídeos encontrados.

– É fundamental que a gente consiga identificar essas vítimas porque são crianças que podem estar sendo feitas de escravas sexuais, sequestradas. Ou pode ser alguém também padecendo abusos dentro do próprio ambiente familiar. São muitas chances.

– Essa operação serve para mostrar que mesmo os crimes realizados no ambiente virtual deixam rastros. O inquérito pode ser mais complicada, mas é possível chegar aos culpados nesses casos. E é importante evidenciar o protagonismo das pessoas quando presenciarem, delatarem ou suspeitarem de algo. Deixar de delatar só beneficia o próprio abusador – avalia a delegada Paula Mary.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEGATIVE

Countries: Brazil, France

Cities: Rio Grande, Sao Paulo, Paris, Franca

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Quadrilha investigada pela PF é suspeita de sequestrar e vender crianças para serem exploradas sexualmente
>>>>>PF faz operação contra exploração sexual infantil após tio tentar vender sobrinha para máfia russa – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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